Relatório gerencial · Setembro/2026
Referência 14/10/2026 · entregue 15/10/2026 12:06
Em uma linha
Distribuição de R$ 0,09 por cota em setembro, paga em 07/10/2026, com yield anualizado de 15,9%
Resumo
O relatório mensal de setembro de 2026 do BODB11, fundo de renda fixa crédito privado voltado a infraestrutura, informa que a distribuição do mês foi de R$ 0,09 por cota, paga em 07/10/2026, com yield anualizado de 15,9% em relação à cota de mercado de R$ 7,28, enquanto a cota patrimonial era de R$ 8,00. O fundo tinha patrimônio líquido de aproximadamente R$ 518 milhões e 24.019 cotistas. Desde o início, já distribuiu R$ 6,19 por cota, equivalente a 16,0% de yield anualizado. A carteira contava com 66 ativos de crédito privado em 11 setores de infraestrutura, com 92,9% do patrimônio em ativos com rating A- ou superior, yield médio de IPCA+10,69% e duration média de 5,7 anos; considerando o caixa, o carrego médio era IPCA+10,62%. As distribuições são isentas de IR para pessoa física.
No mês, o IPCA foi 0,82%, mas a correção efetiva das debêntures IPCA+ ficou em cerca de 0,2%, o que afeta o carrego e a distribuição. A Selic caiu para 13,75% e a curva de juros reais fechou, com a NTN-B 2032 recuando de 8,09% para 7,62%, mas as debêntures incentivadas não acompanharam, elevando os spreads. O documento explica que a indústria de FI-Infra teve forte captação entre out/2024 e mar/2026, seguida de resgates desde abril, que somaram R$ 30,8 bilhões e pressionaram os preços. Em setembro, a mediana dos spreads das debêntures incentivadas passou de cerca de 1 bp para 39 bps, com abertura maior nos papéis AA a A-. O IDA-IPCA Infra rendeu 0,41% no mês, contra 2,01% do IMA-B 5, e a diferença acumulada em 2026 chegou a 7,2 pontos percentuais. No início de outubro, a NTN-B 2032 caiu para 6,84% e a mediana dos spreads foi a 51 bps; a gestora afirma que os prêmios atuais não eram vistos desde o início de 2024 e avalia o cenário como favorável à manutenção e a novas alocações, sem que isso represente recomendação.
Desde o início, o BODB11 acumula retorno de 56,0%, ante 50,3% da NTN-B de referência, uma diferença de 5,7 pontos percentuais. Em 2026, até setembro, a cota de mercado subiu 0,97%, a cota patrimonial 2,40% e a NTN-B de referência 9,81%. A tabela de sensibilidade mostra TIR líquida de IPCA+11,23% para cota de mercado a R$ 7,30, por exemplo. Em setembro, o volume negociado foi de R$ 16,9 milhões, com média diária de R$ 800 mil e atuação do formador de mercado em 12,9% do total. O fundo tem taxa de administração de 0,90% ao ano e taxa de performance de 20% sobre o que exceder o IMA-B acrescido de 2,0% ao ano, a cada quatro anos, sendo administrado pelo BTG Pactual e gerido pela Bocaina Capital.
Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.