No relatório de maio de 2026 do BLMG11, a distribuição de rendimentos permaneceu em R$ 0,39 por cota, idêntica à de abril, enquanto o dividend yield anualizado sobre a cota de mercado subiu para 14,7%, contra 14,2% no mês anterior. O patrimônio líquido recuou para R$ 217,9 milhões, abaixo dos R$ 220,1 milhões de abril, e o valor patrimonial da cota caiu para R$ 46,64, de R$ 47,09. O valor de mercado da cota também diminuiu, para R$ 31,74, frente a R$ 32,99.
A quantidade de cotistas reduziu-se para 13.043, de 13.225. A gestora informou a recompra de 14.548 cotas por R$ 462 mil, a aproximadamente R$ 31,73 cada, expandindo o programa iniciado em abril, quando foram recompradas 6.548 cotas ao custo médio de R$ 32,01. O número total de cotas em circulação manteve-se em 4.673.000.
A receita de locação voltou a ser registrada em R$ 413.811, após zerar em abril devido ao atraso do inquilino do BM Salvador, que foi regularizado no mês seguinte. A linha de outras receitas e despesas apresentou saldo positivo de R$ 213.364, revertendo o resultado negativo de R$ 96 mil em março e os valores próximos a zero observados antes. O resultado ordinário distribuído ficou em R$ 1.822.470, ligeiramente inferior aos R$ 1.823.074 de abril.
A gestora destacou que, diante do patamar elevado dos juros, está sendo mais criteriosa na análise de novas aquisições, embora mantenha preparativos para o crescimento do fundo. Não foram informadas compras ou vendas de ativos no período. O processo de regularização da área do terreno do BM Salvador permanece em andamento, sem alterações de status em relação ao relatório de abril. O YTD de rentabilidade da cota em 2026 passou a -3,0%, ante -0,4% até abril.