No relatório de fevereiro de 2026 do BLMG11, o patrimônio líquido subiu para R$ 221,6 milhões, ante R$ 218,9 milhões em janeiro, com valor patrimonial da cota em R$ 47,40, contra R$ 46,84 no mês anterior, enquanto o valor de mercado da cota ficou em R$ 34,98, de R$ 34,92. O número de cotistas aumentou para 13.385, de 13.295.
A distribuição de proventos manteve-se em R$ 0,40 por cota, equivalendo a dividend yield anualizado de 13,7% sobre a cota de mercado, igual ao de janeiro. As receitas totais cresceram para R$ 1,99 milhão, de R$ 1,97 milhão, puxadas por renda variável em R$ 1,61 milhão, contra R$ 1,57 milhão, apesar de queda na renda fixa para R$ 15,9 mil, de R$ 31,5 mil; a receita de locação permaneceu em R$ 367 mil. As despesas caíram para R$ 224,6 mil, de R$ 351,1 mil, elevando o saldo antes da distribuição para R$ 1,76 milhão, ante R$ 1,62 milhão.
No balanço, cotas de fundos de renda fixa e FIIs líquidos subiram para R$ 183,3 milhões, de R$ 180,4 milhões, enquanto imóveis se mantiveram em R$ 38,1 milhões e passivos em zero, confirmando alavancagem nula. Ativo total chegou a R$ 221,9 milhões, de R$ 219,3 milhões.
A gestão destacou o comunicado de 19 de fevereiro sobre programa de recompra de até 467.454 cotas na B3, a preço de mercado abaixo do valor patrimonial anterior, com início previsto para 5 de março e duração de 12 meses. Avançam negociações para aquisições de ativos com pagamento em cotas e caixa, visando ampliar o patrimônio.
A rentabilidade da cota no mês foi de 1,3%, após 1,8% em janeiro, com YTD 2026 em 3,1%. O dividend yield sobre cota a PL caiu levemente para 10,1%, de 10,2%, mas segue acima dos comparáveis do IFIX em 182 bps e NTN-B 5Y em 572 bps. O ativo BM Salvador mantém ABL de 12 mil m² com inquilino Atento para Itaú, e regularização de terreno em andamento.