O documento apresenta a evolução histórica da rentabilidade das cotas do fundo BCIA11, de maio de 2015 a fevereiro de 2026, com dados sobre patrimônio líquido, valor patrimonial por cota (VP), quantidade de cotas, distribuições mensais de rendimentos e rentabilidades mensal e acumulada no ano. O patrimônio começou em cerca de R$ 81 milhões com 820 mil cotas e VP de R$ 98,59, crescendo para R$ 204 milhões em 2017 com emissão para 1,69 milhão de cotas, e saltando para R$ 440 milhões em 2020 com 3,72 milhões de cotas, estabilizando nesse patamar depois.
As distribuições mensais variaram de R$ 0,60 a R$ 3,60 por cota, com média recente em torno de R$ 0,84 a R$ 0,87, incluindo picos como R$ 2,50 em novembro de 2019 e R$ 3,60 em dezembro de 2019. O VP oscilou bastante, atingindo máximas como R$ 146,40 em dezembro de 2019 e mínimas como R$ 89,57 em janeiro de 2025, refletindo impactos de crises como a pandemia em 2020, quando caiu para R$ 111,70 em março.
A rentabilidade mensal mostrou volatilidade, com ganhos expressivos em meses como 3,29% em dezembro de 2025 e perdas acentuadas como -15,04% em março de 2020. Acumulados anuais destacam bons desempenhos, como 34,89% em 2019 e 20,19% em 2025, mas negativos em anos como -13,43% em 2020 e -5,36% em 2024, com o fundo apresentando recuperação recente até fevereiro de 2026 com VP em R$ 104,86 e acumulado de 3,33% no ano.