BCIA11

BRADESCO CARTEIRA IMOBILIÁRIA ATIVA - FUNDO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

13/02/2026

Entrega

13/02/2026 18:18

Resumo

No relatório de janeiro de 2026 do BCIA11, a cota patrimonial subiu 2,53%, superando o IFIX em 26 pontos base, enquanto a cota de mercado avançou 9,35%, bem acima dos 2,27% do índice. O patrimônio líquido atingiu R$ 390 milhões, com cota patrimonial em R$ 104,90 e cota de mercado em R$ 96,16, contra R$ 383 milhões, R$ 103,15 e R$ 88,80 em dezembro de 2025.

A exposição a FIIs de tijolo aumentou novamente para 64% do PL, de 62% no mês anterior e 48% em março de 2025, reduzindo recebíveis para 36%. A composição setorial mostra lajes corporativas em 23,6%, shoppings em 16,5%, galpões em 12,9%, FOFs em 6,1% (alta de 4,4%), agências em 3,2%, educacional em 1,0%, varejo em 0,8% (queda de 1,8%) e misto em 0,3%. As maiores posições incluem PCIP11 com 5,2%, PVBI11 com 4,6% e JSRE11 com 4,5%.

O gestor realizou giro de R$ 20 milhões, ou 5,2% do PL, superior aos R$ 14,9 milhões de dezembro, com vendas em CRIs de fundos com ágio ou spread baixo e em tijolos com baixa capacidade de redução de vacância ou preços de locação. Contribuições positivas vieram de PCIP, XPCI e JSRE, além da não alocação em TGAR; negativas de baixa exposição em KNRI e BTHF.

A distribuição permaneceu em R$ 0,86 por cota, com dividend yield anualizado de 11,3% sobre cota de mercado, contra 12,3% em dezembro. O resultado foi R$ 0,94 por cota, com R$ 0,90 de FIIs, ganho de capital de R$ 0,01, renda fixa de R$ 0,08 e despesas de R$ 0,06, ante R$ 0,56 em dezembro que incluía prejuízo de capital de R$ 0,28. Nos últimos 12 meses, distribuiu R$ 10,16 por cota.

O duplo desconto caiu para 15,8%, de 23,4% em dezembro, com desconto da cota BCIA em 8,3% (de 13,9%) e da carteira em 8,2% (de 11,1%). Liquidez média diária foi R$ 555 mil, acima da média anual de 2025, com 20.383 cotistas.

Há destaque para VISC11 (4% da carteira), com aquisições de Midway Mall (dezembro 2025, R$ 102,2 milhões, NOI R$ 142/m²) e 10% do BH Shopping (janeiro 2026, R$ 285 milhões), elevando NOI por m²; endividamento líquido em 18% do PL e guidance de R$ 0,84 a R$ 0,90 até fim de 2026. O gestor mantém visão de cortes na Selic a partir de março, com exposição ajustada para tijolos em 64%.