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BCIA11 Cotação: R$ 81,00 Queda de 2,15%

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BCIA11

FII

BRADESCO CARTEIRA IMOBILIÁRIA ATIVA - FOF - FII

Cotação: R$ 81,00

Queda de 2,15%

R$ por cota · 03/11/2026 12:58 · B3

DY 12m
12,88%
P/VP
0,85

Relatório gerencial · Setembro de 2026

Referência 30/09/2026 · entregue 15/10/2026 19:00

Em uma linha

Rendimento de R$ 0,86 por cota mantido em setembro, com resultado de R$ 0,84 e 102% da geração distribuído

Resumo

No relatório gerencial de setembro de 2026, o BCIA11 manteve a distribuição de rendimentos em 0,86 real por cota, correspondendo a um dividend yield anualizado de 12,5% sobre a cota de mercado. O resultado líquido auferido no mês foi de 0,84 real por cota, ante 0,88 real por cota em agosto, elevando o percentual distribuído para 102% da geração mensal. A retração na receita refletiu a normalização dos rendimentos de renda fixa, que em agosto haviam sido impactados positivamente pelo prêmio de liquidação antecipada do CRI Brookfield.

A cota patrimonial do BCIA11 avançou 0,26% no mês, superando o IFIX, que recuou 0,20%. Em contrapartida, a cota de mercado caiu 1,20% em setembro, fechando em 87,23 reais, frente a um valor patrimonial de 95,73 reais. Com isso, a métrica de duplo desconto aumentou de 20,9% em agosto para 22,9% em setembro, movimento decorrente do avanço do desconto de mercado da cota própria para 8,9% e da ampliação do desconto médio dos fundos investidos para 15,4%. O patrimônio líquido encerrou o período em 356,03 milhões de reais, levemente abaixo dos 358,30 milhões de reais do mês anterior.

A alocação estratégica preservou a proporção de 58% em ativos de tijolo e 42% em recebíveis imobiliários, sendo 40,2% em FIIs de CRI e 1,8% em títulos diretos. Em termos setoriais, os recebíveis lideram com 42,0%, seguidos por lajes corporativas com 23,5%, galpões com 15,2% e shoppings com 10,8%. Entre as maiores posições individuais, destaca-se o aumento da exposição em KNCR11, que passou de 4,9% para 5,7% do patrimônio líquido, mantendo JSRE11 com 4,4% e KNHY11 com 4,3%. A ausência deliberada de exposição a TRXF devido ao nível de alavancagem financeira do ativo voltou a gerar contribuição positiva para a performance relativa do fundo no mês.

Ao contrário do relatório anterior, focado em escritórios, a análise setorial deste mês concentrou-se em shopping centers, destacando o crescimento de 5,8% no resultado operacional dos ativos no primeiro semestre e taxa de ocupação em 95,2%, além da movimentação de reciclagem de ativos em posições como XPML, VISC e HGBS. Para os próximos períodos, a gestão aponta o alívio nas taxas de juros reais verificado no início de outubro e sinaliza a possibilidade de aumentar a exposição em fundos de tijolo caso a trajetória de queda das curvas de juros futuras se consolide, visando ganho de capital.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

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