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BCIA11 Cotação: R$ 80,20 Queda de 3,12%

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BCIA11

FII

BRADESCO CARTEIRA IMOBILIÁRIA ATIVA - FOF - FII

Cotação: R$ 80,20

Queda de 3,12%

R$ por cota · 03/11/2026 17:49 · B3

DY 12m
13,00%
P/VP
0,84

Relatório gerencial · Março de 2026

Referência 13/03/2026 · entregue 13/03/2026 18:31

Em uma linha

Cota patrimonial sobe 0,78% em fevereiro, abaixo do IFIX (1,32%), com exposição a tijolo em 65,8% do PL

Resumo

A cota patrimonial do BCIA11 subiu 0,78% em fevereiro, abaixo do IFIX que avançou 1,32%, enquanto no mês anterior havia subido 2,53% contra 2,27% do índice. No ano, acumula 3,34%, próximo ao IFIX de 3,62%. A cota de mercado valorizou 2,32% no mês, acima do IFIX, e 11,88% no ano, com retorno total incluindo rendimentos.

O gestor aumentou novamente a exposição a FIIs de tijolo para 65,8% do PL, alta de 1,4 ponto percentual ante 64,4% em janeiro, reduzindo recebíveis para 34,2%. Na composição setorial, lajes corporativas foram para 24,3% (de 23,6%), shoppings para 15,9% (de 16,5%), galpões para 13,4% (de 12,9%) e FOFs para 5,6% (de 6,1%). Maiores posições incluem PCIP11 em 4,5%, RBRY11 em 4,4% e JSRE11 em 4,4%.

Houve giro de carteira de R$ 22,5 milhões, ou 5,8% do PL, com vendas em fundos de CRI negociando a ágio ou com spreads baixos e em fundos de tijolo com menor potencial por fatores técnicos ou vacância. Similar ao giro de R$ 20 milhões em janeiro.

A distribuição foi mantida em R$ 0,86 por cota, com dividend yield de 11,1% aa sobre cota de mercado, ante 11,3% em janeiro. Nos últimos 12 meses, R$ 10,18 por cota e yield de 10,4% aa. Resultado de R$ 0,80 por cota em fevereiro, com R$ 0,83 de rendimentos de FIIs, ante R$ 0,94 em janeiro.

O duplo desconto caiu para 12,9%, de 15,8% em janeiro, com desconto da cota mercado/patrimonial em 7,0% (de 8,3%) e da carteira em 6,3% (de 8,2%). Cota patrimonial em R$ 104,86 e de mercado em R$ 97,51. Patrimônio líquido em R$ 389,9 milhões, ante R$ 390,1 milhões. Liquidez média diária subiu para R$ 570 mil, de R$ 555 mil.

Destaque para HGBS11, com 3,7% da carteira: desde 2º semestre de 2025, comprou três shoppings por R$ 402 milhões (cap rates de 8,65% a 10,25%) e vendeu três por R$ 177,5 milhões, elevando guidance de dividendos para R$ 0,17 por cota no 1S26. Em janeiro, o foco foi VISC11. Contribuições negativas no mês vieram de CRIs como PCIP e XPCI e escritórios JSRE e PVBI; positivas de galpões TRBL, escritórios AIEC e HGRE e shoppings VISC e HGBS.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

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