BBIG11

BB PREMIUM MALLS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO DE RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

31/07/2026

Entrega

19/08/2026 18:19

Resumo

Em julho de 2026, o BBIG11 distribuiu R$ 0,03 por cota, acima dos R$ 0,02 registrados em junho. O gestor atribui o valor de junho a eventos não recorrentes, como a amortização integral do CRI BBIG II e custos de estruturação das SPEs dos Pátios, enquanto a distribuição de julho reflete a geração recorrente dos ativos, ainda impactada pela despesa financeira mensal de cerca de R$ 3 milhões do CRI BBIG I.

O volume negociado das cotas subiu para aproximadamente R$ 31 milhões em julho, o maior dos últimos 12 meses, ante R$ 17,1 milhões em junho, com mais de 60 mil transações. O número de cotistas recuou ligeiramente para 37.984, de 38.076 no mês anterior.

A composição da carteira manteve concentração nos shoppings, com Rio Sul representando 58,37%, Pátio Paulista 16,98% e Pátio Higienópolis 9,78%, totalizando cerca de 85% do portfólio. As posições em cotas do XPML11 e parcelas a receber completam a alocação, com pequena variação em relação ao mês anterior.

O foco declarado da gestão permanece na desalavancagem. O CRI BBIG I, de saldo atualizado em torno de R$ 262 milhões, segue gerando custo recorrente. O fundo dispõe de R$ 128 milhões em caixa e R$ 81,9 milhões a receber de alienações parciais dos Pátios, recursos que devem ser direcionados para reduzir a dívida bruta de R$ 568,9 milhões, incluindo a parcela de setembro do Rio Sul.

As vendas dos shoppings em junho apresentaram desempenho misto: Rio Sul cresceu 7,3% na comparação anual, enquanto Pátio Paulista recuou 4,6% e Pátio Higienópolis ficou estável. A ocupação do portfólio permaneceu próxima de 98%, com margem NOI superior a 92% no acumulado do ano.

Para o segundo semestre de 2026, o gestor projeta distribuições entre R$ 0,03 e R$ 0,04 por cota mensais, baseadas na renda recorrente dos ativos, podendo sofrer ajustes conforme execução do plano de redução de alavancagem. A taxa de administração continua calculada sobre o valor de mercado das cotas, conforme alteração regulatória de abril de 2025.