No relatório de fevereiro/2026 do BBFO11, o patrimônio líquido caiu para R$ 309,7 milhões, ante R$ 311,6 milhões em janeiro. O número de cotistas aparece como zero, possivelmente um erro de relatório, comparado a 7.167 no mês anterior. A distribuição foi de R$ 0,89 por cota em 13/03/2026, ante R$ 0,87 em janeiro, marcando o 15º mês consecutivo acima de 0,90% da cota patrimonial, com dividend yield mensal de 1,22% e anualizado de 15,66%.
O gestor zerou as posições em PVBI11 e RBRY11, com preço médio de compra de R$ 77,04 e R$ 92,27, gerando ganho de capital superior a R$ 700 mil ou R$ 0,1774 por cota. Também zerou BTLG11 com prejuízo de R$ 13 mil ou R$ 0,003 por cota. Retornou XPML11 com 3,6% e VILG11 com 1,6% à carteira, após destravamento em janeiro, e incluiu seis novos FIIs descontados: BTCI11 (0,70%), ICRI11 (0,64%) e RPRI11 (0,12%) em papel, e CPSH11 (0,36%), KORE11 (0,98%) e TRBL11 (0,26%) em tijolo.
Nos FIIs de papel, a distribuição é 85,44% em IPCA com taxa média +10,23%, 13,87% em CDI com +3,58% e 1,19% em outros. Destaques de performance foram TRBL11 (+12,76%), HGRE11 (+6,43%) e KORE11 (+5,30%); detratores PVBI11 (-5,50%), PCIP11 (-3,49%) e RPRI11 (-2,36%). Rendimentos recebidos somaram R$ 0,696 por cota, com reserva acumulada de R$ 0,2056 por cota após pagamento.
A composição por setores mostra títulos privados em 48,02%, lajes corporativas em 11,26%, híbrido em 21,09% e galpões em 7,49%. O descasamento cota patrimonial x mercado reduziu para 5,99%, ante 13,4% em janeiro, com duplo desconto em 14,23%. Nos últimos 12 meses, dividendos somam R$ 9,03 por cota e DY de 11,67% a.a. Volumes negociados subiram para R$ 16,1 milhões com 21.645 negociações, ante R$ 6,4 milhões e 12.613 em janeiro. O fundo segue sem alavancagem.
O IFIX valorizou 1,32% em fevereiro, ante 2,27% em janeiro. O consultor Eleven projeta distribuições de R$ 0,85 por cota de março a julho/2026, com banda recorrente de R$ 0,66 a 0,73 por cota, podendo chegar a R$ 0,85 com ganhos de capital.