No relatório de maio de 2026 do BBFO11, a gestora manteve o processo de realização de ganhos de capital iniciado em janeiro, reduzindo as posições em CYCR11, RCRB11 e TVRI11. Essas vendas geraram R$ 550 mil em ganhos, o equivalente a R$ 0,1374 por cota, valor inferior aos R$ 834 mil registrados em abril.
O fundo retornou com posição em CPTS11, com peso de cerca de 1% do patrimônio, e elevou a alocação em IRIM11 para aproximadamente 3%. Houve também aumento marginal em BTCI11, de 1% para 1,4%, em RBRR11, de 1,1% para 2,8%, e em RBRL11, de 1% para 1,3%.
O número de cotistas subiu para 11.463, ante 11.426 no mês anterior. A distribuição realizada em 15 de junho foi de R$ 0,95 por cota, correspondente a 1,30% sobre a cota de mercado, o décimo oitavo mês consecutivo acima de 0,90%. Os rendimentos recebidos no mês totalizaram R$ 0,774 por cota.
A cota patrimonial fechou maio em R$ 74,21, abaixo dos R$ 76,32 de abril. O descasamento com a cota de mercado ficou em 1,29%, gerando margem de atratividade de 14,41% quando considerado o duplo desconto. O fundo não apresentou alavancagem.
O IFIX recuou 1,33% no mês. Entre os ativos da carteira, IRIM11 valorizou 6,03%, RBRR11 2,04% e KNHF11 0,83%, enquanto TGAR11 caiu 11,22%, TRBL11 10,42% e KORE11 6,95%. A composição por indexadores nos FIIs de papel manteve-se próxima da anterior, com 86,39% atrelados ao IPCA e taxa média de 10,19%.