No relatório de março/2026 do BBFO11, o gestor zerou posições em AFHI11, KNCR11, LVBI11 e MCCI11, com preços médios de compra de R$93,03, R$95,34, R$109,64 e R$90,38 por cota, respectivamente, gerando ganho de capital de R$1,131 milhão, ou R$0,2823 por cota. Retornou com PVBI11 na carteira, com peso de 2%, e aumentou alocações em ICRI11 (de 0,6% para 1,1%), RPRI11 (0,1% para 0,4%), CPSH11 (0,4% para 1,4%), KORE11 (1% para 2,1%) e TRBL11 (0,3% para 0,8%), focando em FIIs descontados.
O IFIX caiu 1,06% em março, após alta de 1,32% em fevereiro, com destaques positivos em ITRI11 (+3,24%), XPCI11 (+2,95%) e SNCI11 (+2,75%), e negativos em TGAR11 (-10,32%), URPR11 (-9,82%) e VINO11 (-7,88%). No portfólio, maiores altas foram PCIP11 (+1,33%), ICRI11 (+1,12%) e HSML11 (+1,11%), enquanto TGAR11 (-10,32%), HGRE11 (-7,49%) e KORE11 (-3,68%) lideraram as quedas.
Rendimentos recebidos somaram R$3,973 milhões (R$0,688 por cota), acima dos R$3,698 milhões de fevereiro (R$0,696/cota), com ganhos de capital de R$1,131 milhão. Despesas foram R$167 mil. Distribuídos R$0,91 por cota em 15/04/2026 (1,20% da cota patrimonial), ante R$0,89 em março (1,14%), marcando o 16º mês consecutivo acima de 0,90%. Reserva acumulada ficou em R$0,2462 por cota, ante R$0,2056. Dividend yield foi 1,26% mensal (16,21% a.a.), ante 1,22% (15,66% a.a.) em fevereiro. Nos últimos 12 meses, DY acumulado subiu para 12,25% a.a. (R$9,25/cota), de 11,67% (R$9,03/cota).
Patrimônio líquido caiu para R$302,4 milhões, de R$309,7 milhões em fevereiro. Número de cotistas foi 11.243, com negociações de 18.326 (volume R$11,5 milhões), ante 21.645 negociações (R$16,1 milhões). Desconto da cota de mercado sobre patrimonial reduziu para 4,48%, de 5,99%, com "duplo desconto" em 12,09% (ante 14,23%).
Na composição por FIIs de papel (base fevereiro dos gestores), 84,73% em IPCA (+10,07% médio), 14,03% em CDI (+3,59%) e 1,24% outros, ante 85,44% IPCA (+10,23%) e 13,87% CDI (+3,58%) em relatório anterior. Carteira setorial: Títulos Privados 44,92%, Lajes Corporativas 15,10%, Híbrido 22,65%, Shoppings 10,20%, entre outros. Fundo segue sem alavancagem.
No DRE, receitas subiram para R$3,97 milhões (de R$3,70 milhões), resultado líquido R$3,81 milhões (de R$3,50 milhões) e distribuição R$3,64 milhões (95,73% do resultado a distribuir, de R$3,56 milhões ou 101,84%). Projeções do consultor Eleven mantêm expectativa de R$0,85 por cota mensal com ganhos de capital, e banda recorrente de R$0,66-0,73 (base R$0,70).