No mês de maio o ARRI11 distribuiu R$ 0,07 por cota, mantendo o mesmo valor de abril, com dividend yield de 1,39% no mês e 18,04% anualizado, acima dos 14,60% registrados no mês anterior. A cota patrimonial permaneceu em R$ 8,43, mas o preço de mercado caiu de forma mais acentuada, levando o fundo a ser negociado a 59,20% do valor patrimonial, contra 72,12% em abril.
O cenário macroeconômico piorou em relação ao mês passado, com a continuidade dos conflitos no Oriente Médio pressionando os preços de energia e os juros de longo prazo no Brasil, que subiram para 14,00%. Isso impactou negativamente os ativos de crédito imobiliário, resultando em uma variação de -17,94% para o ARRI11, enquanto o IFIX recuou 1,33%.
A carteira passou de 20 para 19 ativos de crédito imobiliário, com a alocação em crédito reduzida de 80% para 79,5% e a posição em caixa elevada de 2,58% para 3,21%. A taxa média dos papéis indexados ao IPCA subiu ligeiramente de 11,65% para 11,68%, e a dos indexados ao CDI passou de 5,03% para 5,12%. A presença do CRI RNI, que representava 0,25% em abril, não aparece mais no relatório de maio.
A distribuição de rendimentos seguiu o guidance de R$ 0,07, com o resultado líquido da competência caindo para R$ 1.005.515 em maio, influenciado pela ausência de ganhos de capital no mês. A diversificação geográfica permaneceu em 8 estados e setorial em 5 segmentos, com pequenas alterações percentuais nas categorias de incorporação e loteamento.
O relatório não menciona novas aquisições, vendas de ativos ou alterações na estrutura de capital, mantendo a estratégia focada em CRIs high yield e alocação tática em fundos imobiliários.