No relatório de março de 2026, o ARRI11 distribuiu R$ 0,07 por cota, redução ante os R$ 0,09 de fevereiro, explicada pelo menor ganho de capital, que caiu para R$ 375.730 dos R$ 698.204 anteriores, impactando o resultado líquido em R$ 1,41 milhão contra R$ 1,62 milhão. O dividend yield mensal foi de 1,02%, com anualizado em 12,94% e LTM em 15,43%, enquanto a cota patrimonial ficou em R$ 8,38.
A cota do ARRI11 variou -2,41% em março, contra +6,67% em fevereiro, com o IFIX em -1,06%, e o fundo negociado a 81,32% do valor patrimonial, abaixo dos 83,30% do mês anterior.
O gestor destacou a persistência de volatilidade por tensões geopolíticas com Irã, EUA e Israel, pressionando inflação e juros no Brasil, mas espera solução curta e impacto positivo da correção monetária em CRIs IPCA+ (80% da carteira) nos próximos dividendos, com IPCA de fevereiro e março mais altos. A estratégia segue focada em CRIs high yield e alocação tática em FIIs para ganho de capital e renda.
Evento principal foi a venda de um ativo no fundo AROK, gerando amortização de R$ 500 mil, o que reduziu a posição de AROK de 11,84% (R$ 20,52 milhões) para 11,50% (R$ 19,98 milhões) do PL.
A carteira manteve 20 CRIs, com taxa média IPCA+ em 11,65% (ante 11,64%) e CDI+ em 5,03% (ante 5,02%), diversificação em 8 estados e 5 setores, high yield em 86% (ante 85,8%). Saldo em caixa subiu para 2,67% (R$ 4,64 milhões) dos 2,75%, e negociações no secundário foram 2,7% das cotas, contra 3,2% em fevereiro. Sem novas compras ou vendas de ativos principais listados, e Ipatinga segue em execução judicial com PDD de 60%.