AIEC11

ARCH EDIFÍCIOS CORPORATIVOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

31/08/2026

Entrega

10/09/2026 09:37

Resumo

O AIEC11 manteve em agosto de 2026 a distribuição de R$ 0,38 por cota, mesmo valor em vigor desde junho, com pagamento em 09/09/2026 e yield anualizado de 7,02% sobre a cota de fechamento de R$ 65,00, abaixo dos 7,48% de julho por conta da alta da cota no mercado. O guidance de dividendos foi repetido sem alteração, com banda de R$ 0,36 a R$ 0,41 por cota no segundo semestre de 2026, de R$ 0,39 a R$ 0,44 no primeiro semestre de 2027, de R$ 0,48 a R$ 0,53 no segundo semestre de 2027 e estabilização entre R$ 0,53 e R$ 0,58 a partir de 2028, ainda considerando períodos de carência e descontos das locações recentes.

A principal novidade do mês foi o desempenho da cota, com valorização de 7,23% em agosto contra queda de 1,47% do IFIX, após alta de 1,65% já registrada em julho. Com isso a cota foi de R$ 61,00 para R$ 65,00, enquanto o valor patrimonial ficou praticamente estável em R$ 75,74 por cota ante R$ 75,79 em julho e patrimônio total de R$ 365,5 milhões ante R$ 365,7 milhões. O desconto de mercado para o patrimonial estreitou de 19,52% para 14,18% e o caixa gerencial recuou de R$ 27,2 milhões para R$ 26,1 milhões.

Na operação, a ocupação total permaneceu em 92,0%, com o Rochaverá Torre D em 87% e vacância de 1.855 m² e o Standard Building 100% locado para a Rede D'Or com vencimento em 2031. O funil de comercialização do Rochaverá mostrou avanço pontual, com demandas totais passando de 147.778 m² para 148.778 m², demandas engajadas caindo de 3.710 m² para 2.855 m² e demandas em negociação subindo de zero para 1.855 m², volume igual à área disponível, enquanto o gestor mantém a perspectiva de atingir 100% de ocupação ao longo do segundo semestre. A expectativa de valorização patrimonial de 9% a 16% na reavaliação de fim de ano também foi mantida, sustentada por locações de 8% a 13% acima do laudo no Rochaverá e 22% acima no Standard.

No resultado mensal, a receita de aluguel foi de R$ 1.082 mil ou R$ 0,22 por cota ante R$ 1.353 mil em julho, com despesas de R$ 426 mil ante R$ 632 mil e resultado do mês de R$ 654 mil ou R$ 0,13 por cota ante R$ 769 mil em julho, de modo que a distribuição de R$ 1.833 mil utilizou R$ 1.179 mil em reservas ante R$ 1.064 mil no mês anterior. A lista de inquilinos e o WAULT tiveram pouca mudança, com WAULT de 4,3 anos ante 4,4 anos. Em liquidez, o volume médio diário subiu de R$ 320 mil para R$ 417 mil e a base de cotistas seguiu em queda, de 10.989 para 10.683, recuo de 29,68% em 12 meses. Diferente de julho, o relatório de agosto não trouxe as páginas de mercado de escritórios de São Paulo e Rio nem o detalhamento da locação do Standard, concentrando os destaques no guidance, na valorização esperada e no pipeline do Rochaverá.