O informe anual do fundo AIEC11, Arch Edifícios Corporativos FII, referente à competência de dezembro de 2025, registra um lucro contábil de R$ 28.059.845,72 no exercício encerrado em 31/12/2025. O fundo, classificado como tijolo de renda com gestão ativa no segmento de escritórios, possui dois ativos principais: Rochaverá Diamond Tower avaliado em R$ 277 milhões com valorização de 2,28% e Standard Building em R$ 57,1 milhões com desvalorização de 24,52%, ambos avaliados por métodos de capitalização de renda e fluxo de caixa descontado. A gestora é a Autonomy Investimentos e a administradora é a MAF Distribuidora.
Na perspectiva para o curto prazo, o AIEC11 destaca a resiliência de seus contratos atípicos corrigidos pelo IGP-M, com reajustes em janeiro e junho, e vacância zero ancorada nos dois imóveis de alta qualidade em São Paulo. O término do contrato com a Dow Química em janeiro de 2025 não impactará a receita até lá, com esforços em andamento para nova locação do ativo. Não há programa de investimentos definido para os próximos exercícios nem descrição de negócios realizados no período.
Entre os riscos, há uma arbitragem sigilosa sobre um contrato de locação vigente, com chance remota de perda segundo os advogados, prevista para concluir em 6 a 12 meses a partir de dezembro de 2023, com atualizações prometidas. A distribuição de cotistas é pulverizada, com 82,67% das 4,82 milhões de cotas em mãos de 13.548 detentores com até 5% cada, e dois acima de 5% a 10%. A taxa de administração foi de R$ 1,72 milhão, equivalente a 0,91% do patrimônio contábil, e procedimentos para assembleias incluem opções remotas e consulta formal.