O relatório de julho de 2026 do AIEC11 informa a distribuição de dividendos em R$ 0,38 por cota, mantendo o valor elevado desde junho após o ajuste de R$ 0,34 registrado nos meses anteriores. O preço de mercado da cota subiu para R$ 61,00, ante R$ 60,39 do mês passado, gerando valorização de 1,65% no período, enquanto o IFIX recuou 0,31%. O valor patrimonial por cota avançou discretamente para R$ 75,79.
A ocupação do portfólio permaneceu em 92%, com o Standard Building alcançando 100% de locação para a Rede D'Or e a Rochaverá Torre D em 87%, mantendo a perspectiva de atingir 100% ainda no segundo semestre de 2026. O gestor atualizou as projeções de dividendos, indicando faixa entre R$ 0,36 e 0,41 por cota para o segundo semestre de 2026, R$ 0,39 a 0,44 no primeiro semestre de 2027 e estabilização em torno de R$ 0,55 a partir de 2028.
O documento apresenta dados atualizados do mercado de escritórios, com a vacância em São Paulo caindo para 10,6% e no Rio de Janeiro para 24,8% no segundo trimestre de 2026. A liquidez no mercado secundário aumentou, com volume médio diário de R$ 320 mil em julho, superior aos R$ 221 mil de junho. O número de cotistas seguiu em redução.
A expectativa de valorização patrimonial entre 9% e 16% até o fim de 2026 é reiterada, considerando as novas locações acima do laudo e o término das carências. O yield a mercado estabilizado é projetado em 10,8% ao ano com base na distribuição de R$ 0,55 por cota.