AFHI11

AF INVEST CRI FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/06/2026

Entrega

23/07/2026 18:28

Resumo

O relatório de junho de 2026 do AFHI11 registra a conclusão da 8ª emissão de cotas, com captação total de R$ 47,70 milhões, sendo R$ 10,80 milhões no direito de preferência e R$ 36,90 milhões em sobras e montante adicional, resultando na emissão de 499.621 novas cotas. O patrimônio líquido do fundo subiu para R$ 500,75 milhões, contra R$ 456,55 milhões em maio de 2026. O número de cotistas avançou para 38.773, de 38.646 no mês anterior.

Após a liquidação da emissão, o fundo alocou R$ 36,35 milhões em sete CRIs no mercado secundário, com destaque para Assaí GIC (R$ 4,36 milhões a IPCA + 9,00%), Bem Brasil (R$ 12,63 milhões a IPCA + 9,59%), GARE Atacadão (R$ 5,92 milhões a IPCA + 9,17%), Galleria Bank VII (R$ 5,00 milhões a IPCA + 9,90%) e RBVA GPA (R$ 5,00 milhões a IPCA + 10,10%). A posição em Bem Brasil foi posteriormente vendida integralmente no secundário a IPCA + 9,00%, gerando TIR anualizada de 19,24% sobre o valor investido de R$ 24,88 milhões em 17 meses.

Demais movimentações de junho incluem a compra de R$ 2,84 milhões do CRI TRX Mateus (IPCA + 9,00%), R$ 0,60 milhão do CRI Rede D'or (IPCA + 9,99%) e recompras parciais de GARE Atacadão. O caixa representava 9,69% do patrimônio em 14/07/2026, ante 5,46% em maio. A carteira permaneceu composta majoritariamente por CRIs (90,31%), com 69,37% indexados ao IPCA, 29,31% ao CDI e 1,32% prefixado.

O resultado gerado em junho foi de R$ 1,09 por cota, ligeiramente acima dos R$ 1,07 de maio, com distribuição mantida em R$ 1,03 por cota. A reserva acumulada subiu para R$ 0,41 por cota, de R$ 0,34 no mês anterior, enquanto o saldo de correção monetária não distribuída alcançou R$ 0,50 por cota. A cota patrimonial recuou para R$ 94,67, de R$ 95,33 em maio, em função da marcação a mercado dos CRIs.

Todas as operações permanecem adimplentes. O gestor informa a estruturação de uma nova operação indexada ao IPCA+, prevista para liquidação nos próximos dois meses, com alocação próxima a 2% do patrimônio líquido.