As demonstrações financeiras do AAZQ11 referentes a 31 de dezembro de 2025, auditadas pela PricewaterhouseCoopers com opinião sem ressalvas, mostram um ativo total de R$ 210,9 milhões, estável em relação a 2024, com patrimônio líquido de R$ 207,5 milhões. A carteira é composta principalmente por certificados de recebíveis do agronegócio (CRAs), representando 70,8% do PL, seguidos por cotas de fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs) em 24,1% e cotas de FIIs em 2,2%. Os principais assuntos de auditoria foram a mensuração e existência desses investimentos, confirmados por conciliações e testes de premissas de mercado.
O resultado líquido do exercício atingiu R$ 31,2 milhões, ante R$ 6,6 milhões em 2024, impulsionado por rendimentos de CRAs (R$ 20 milhões em juros e prêmios) e cotas de FIIs (R$ 10 milhões), resultando em R$ 1,30 por cota. As despesas operacionais somaram R$ 2,8 milhões, com taxa de administração de 0,1% do PL. O fluxo de caixa operacional foi negativo em R$ 2,3 milhões, mas as atividades de investimento geraram R$ 32,5 milhões via amortizações e juros, enquanto o financiamento consumiu R$ 31 milhões em distribuições de rendimentos.
O fundo distribuiu R$ 31,1 milhões em rendimentos em 2025, mantendo o patamar de 2024, com valor da cota em R$ 8,63 e rentabilidade de 15,1% (desconsiderando distribuições). As cotas estão listadas na B3 sob o ticker AAZQ11, com preços de fechamento variando de R$ 6,28 a R$ 8,74 ao longo do ano. Não há provisões para perdas, demandas judiciais ou eventos subsequentes relevantes além de ajustes regulatórios.