No mês de abril de 2026, o AAZQ11 distribuiu R$ 0,1050 por cota, mantendo o patamar recente de rendimentos que variou entre R$ 0,1050 e R$ 0,1100 nos últimos meses. O dividend yield mensal chegou a 1,24% e o anualizado a 16,86%, equivalente a 115% do CDI, enquanto o carrego líquido da carteira foi de CDI + 2,60%.
A receita do fundo caiu para R$ 1.689.831 em abril, ante R$ 2.974.089 em março, e o lucro contábil por cota recuou para R$ 0,0639, de R$ 0,1153 no mês anterior. O lucro não distribuído no mês ficou negativo em R$ 0,0411 por cota.
A alocação permaneceu em cerca de 99% do patrimônio em ativos do agronegócio, com CRAs representando 67,5% e FIAGROs de direitos creditórios 26,9%. Os segmentos mostraram variações pequenas: recebíveis subiram para 28,88% e açúcar e etanol recuaram levemente para 24,83%. O nível de subordinação única ficou em 52,03%.
Não houve movimentações relevantes na carteira, apenas amortizações parciais dentro dos cronogramas. A gestora informou que novos investimentos estão em estruturação para substituir essas amortizações e capturar oportunidades no mercado secundário com retorno próximo ao CDI.
Sobre o FIDC Caetê, o relatório indica que não ocorreram movimentações ou decisões relevantes no mês, diferentemente do relatório anterior que mencionava algumas decisões favoráveis no processo civil.
O número de cotistas ficou em 30.919, o valor de mercado em R$ 8,4400 e o valor patrimonial em R$ 8,604, resultando em um múltiplo VM/VP de 0,98x.