No mês de maio de 2026 o AAZQ11 distribuiu R$ 0,0925 por cota, valor inferior aos R$ 0,1050 pagos em abril, com dividend yield anualizado de 15,50% contra 16,86% no mês anterior. O valor de mercado da cota caiu para R$ 8,0400, enquanto o valor patrimonial subiu levemente para R$ 8,609, resultando em VM/VP de 0,93x frente a 0,98x registrado antes. O patrimônio líquido aumentou em aproximadamente R$ 127 mil, e o número de cotistas subiu de 30.919 para 30.949.
A alocação em ativos do agronegócio recuou de 99% para 97,1% do PL, com CRAs representando 65,2% contra 67,5% e FIAGROs de direitos creditórios subindo para 27,9% de 26,9%. O carrego bruto da carteira diminuiu para 3,55% e o líquido para CDI mais 2,17%, ante 3,84% e CDI mais 2,60% no mês anterior. A exposição em caixa avançou para 5,95% do PL, comparado a 1,12% registrado em abril.
Entre as movimentações destacadas, o fundo aportou cerca de R$ 2 milhões no Fiagro BR Agro a CDI mais 5% ao ano, correspondendo a 0,9% do patrimônio, e elevou a posição no CRA BRF em aproximadamente R$ 6,2 milhões a 109% do CDI, fazendo a participação desse ativo subir para 3,7% do PL. Ocorreram ainda amortizações parciais conforme cronogramas e ajustes na posição de caixa. O relatório traz detalhes sobre a BR Agro, informando faturamento de R$ 436,9 milhões em 2025, crescimento de 9% em relação a 2024 e estrutura com demonstrações auditadas pela BDO.
A situação do FIDC Caetê permaneceu sem alterações relevantes nos processos de recuperação de crédito acompanhados pela gestora. O volume negociado diário e o financeiro continuaram nos mesmos patamares de R$ 53.920 cotas e R$ 404.592,66.