No relatório de janeiro de 2026 do AAZQ11, a distribuição de rendimentos foi de R$ 0,1050 por cota, equivalente a dividend yield mensal de 1,22% e anualizado de 15,64%, ou 105% do CDI, menor que os R$ 0,1325 por cota de dezembro de 2025, que registravam 1,52% mensal e 18,81% anualizado, ou 126% do CDI.
O patrimônio líquido permaneceu em R$ 207.476.842,86, mas o valor de mercado da cota caiu para R$ 8,6200 ante R$ 8,7400 no mês anterior, resultando em VM/VP de 1,00x contra 1,01x. O carrego bruto ponderado dos ativos reduziu para 2,53% de 3,19%, e o líquido para CDI + 1,32% ante CDI + 1,98%.
A alocação manteve cerca de 99% do PL em ativos do agronegócio, com CRAs em 70,2% contra 71,8% em dezembro, e FIAGROs de direitos creditórios em 24% ante 24,1%. Não houve movimentações relevantes na carteira, apenas amortizações parciais nos cronogramas previstos, elevando a caixa para 2,12% do PL de 1,93%.
Na composição por segmento, açúcar e etanol subiu para 25,78% de 26,20%, enquanto cooperativas caíram para 12,58% de 12,82% e fertilizantes para 8,24% de 8,35%; por subordinação, classe única reduziu para 53,75% de 55,25%, e sênior para 33,56% de 33,71%. O número de cotistas cresceu para 30.987 de 30.088.
O gestor destaca expectativa de novos investimentos em ativos em estruturação, para substituir amortizações e posições de maior liquidez com retorno próximo ou abaixo do CDI. Sobre o FIDC Caetê, não houve novidades por recesso judiciário entre dezembro e janeiro, mantendo acompanhamento com Ceres e Ecoagro. A carteira segue estável, com ativos performando conforme esperado.