As demonstrações financeiras do WHGR11 para o exercício encerrado em 30 de junho de 2026 receberam opinião sem ressalvas da EY, que considerou adequada a apresentação da posição financeira, do desempenho e dos fluxos de caixa. O patrimônio líquido fechou em R$ 283,6 milhões, abaixo dos R$ 302,0 milhões registrados um ano antes, e o passivo totalizava R$ 3,6 milhões.
A principal exposição da carteira eram os certificados de recebíveis imobiliários (CRI), com R$ 204,2 milhões, equivalentes a cerca de 72% do patrimônio líquido. O fundo também tinha R$ 37,1 milhões em cotas de outros FIIs, R$ 21,9 milhões em participações em companhias fechadas, R$ 14,3 milhões em ações negociadas em bolsa, R$ 5,7 milhões em fundos de renda fixa e R$ 2,4 milhões em imóveis acabados. A auditoria destacou a avaliação dos CRIs por envolver riscos de crédito e liquidez e estimativas de valor justo; os critérios adotados pela administradora foram considerados aceitáveis.
O resultado líquido foi de R$ 19,9 milhões, ou R$ 0,64 por cota, ante R$ 40,2 milhões e R$ 1,30 por cota em 2025. Um dos principais fatores foi a mudança no resultado com CRIs, de ganho de R$ 8,7 milhões para perda de R$ 10,7 milhões. As distribuições somaram R$ 38,2 milhões, frente a resultado de R$ 36,8 milhões pelo regime de caixa, correspondendo a 103,91% desse resultado; ao fim do exercício, R$ 3,1 milhões em rendimentos estavam a pagar. O relatório informou rentabilidade de -6,06% e valor patrimonial de R$ 9,18 por cota.