O informe anual de junho de 2026 descreve o VGHF11 como um fundo de perfil papel e estratégia híbrida, com 164,7 milhões de cotas emitidas. No período, o fundo realizou investimentos em diversos fundos imobiliários, recebíveis e operações de securitização, com objetivo declarado de obter ganho de capital e rentabilizar a carteira. Entre os aportes de maior valor estão os realizados em Valora CRI Infra, Valora FOF e BGR Cidade Jardim; os recursos vieram de caixa próprio e/ou emissões de cotas.
O administrador não apresenta os números do resultado no informe e direciona os cotistas às demonstrações financeiras do fundo. Os ativos foram avaliados a valor justo, com variações geralmente pequenas na tabela, embora haja algumas exceções. Para o período seguinte, a gestão aponta que o desempenho dependerá especialmente da trajetória dos juros, da inflação e das condições fiscais, e informa que pretende manter a diversificação e acompanhar os ativos e novas oportunidades.
O documento registra 368.182 cotistas, sem nenhum titular com mais de 5% das cotas, e informa que pessoas físicas detêm 91,07% do total. Não há processos judiciais relevantes apresentados; os fatores de risco são remetidos a um anexo. O regulamento prevê taxa de administração de 0,18% ao ano, com mínimo mensal de R$ 10 mil, mas o quadro do informe registra R$ 0,00 como valor pago no ano de referência.