O relatório de agosto de 2026 do TJKB11 aponta a manutenção dos rendimentos em R$ 2,90 por cota, somando R$ 6,22 milhões distribuídos aos investidores, patamar idêntico ao registrado em julho e em linha com os meses precedentes. Em termos relativos, esse valor representou 112% do CDI líquido sobre o valor patrimonial da cota e 125% sobre o valor de mercado, métricas superiores aos 100% e 112% reportados no mês anterior. O patrimônio líquido do fundo fechou em R$ 600,45 milhões, o que equivale a R$ 280,08 por cota, enquanto o valor de mercado encerrou em R$ 250,08.
No campo das receitas, a arrecadação com locações apresentou uma contração expressiva de 17,38%, caindo de R$ 5,32 milhões em julho para R$ 4,39 milhões em agosto. Essa variação fez a receita por metro quadrado recuar de R$ 104,70 para R$ 86,50, sendo explicada pelo adiamento no pagamento do aluguel referente ao Edifício Neolink e pela retenção de repasses da securitizadora para compensar antecipações feitas em maio. Apesar dessa queda no aluguel, a receita operacional total avançou 0,75%, fechando em R$ 6,74 milhões, sustentada pela elevação do ganho de capital reconhecido na venda parcelada de imóveis, que passou de R$ 1,09 milhão para R$ 2,07 milhões. As despesas operacionais subiram 17,85%, somando cerca de R$ 207 mil devido a custos sazonais com taxas da CVM e conservação de ativos.
Os indicadores de portfólio mantiveram estabilidade, registrando 100% de ocupação física, com 100% dos contratos no formato atípico e 59.428 metros quadrados de área bruta locável distribuídos entre São Paulo, Santa Catarina e Rio de Janeiro. O prazo médio remanescente dos contratos (WAULT) teve leve acomodação de 11,06 para 10,97 anos. Na estrutura de capital, as obrigações com operações de CRI alcançaram R$ 23,07 milhões, mantendo o cronograma que prevê o início das amortizações em outubro de 2026. Por fim, o caixa do fundo registrou redução de R$ 10,47 milhões para R$ 8,40 milhões, enquanto a base de investidores avançou de 788 para 792 cotistas.