No relatório de agosto de 2026, o SNID11 distribuiu R$ 0,11 por cota pelo segundo mês consecutivo. O valor corresponde a um dividend yield anualizado de 12,7% sobre a cota de mercado, enquanto o yield acumulado em 12 meses foi de 13,5%. O patrimônio líquido era de R$ 70,12 milhões; a cota de mercado estava em R$ 10,47, ante valor patrimonial de R$ 9,74, e o fundo tinha 9.858 cotistas.
A carteira reunia 49 ativos de 39 emissores, com 87,7% do patrimônio em debêntures incentivadas, 8,2% em debêntures comuns e 4,2% em caixa. Energia, saneamento e telecomunicações eram os principais setores, com 20,9%, 20,0% e 18,1% do PL, respectivamente. O carrego informado era de CDI + 2,12%, a duration média de 4,4 anos e o rating ponderado AA-. Cerca de 70% da carteira tinha proteção por DAPs, que convertem a remuneração dos papéis para CDI mais spread.
Em agosto, não houve movimentações relevantes nos ativos, e a gestora relatou spreads de crédito estáveis e retomada dos fluxos para fundos de infraestrutura. O carrego líquido foi de R$ 0,116 por cota, equivalente a 115,2% do CDI, mas o resultado total ficou em R$ 0,075 por cota após efeitos negativos de marcação a mercado e derivativos. Como a distribuição foi de R$ 0,11 por cota, houve consumo de R$ 0,25 milhão da reserva. A gestora informou que o rendimento se acomodou na faixa inferior do guidance para o segundo semestre, em um cenário de Selic a 13,75% ao ano.