Em julho de 2026, o SNID11 distribuiu R$ 0,11 por cota, ante R$ 0,12 nos dois meses anteriores. O dividend yield anualizado foi de 12,7% pelo preço de mercado, e o acumulado em 12 meses, de 13,6%. A gestora relacionou a redução à trajetória da Selic e informou que o pagamento ficou dentro da faixa prevista para o segundo semestre. O patrimônio líquido era de R$ 70,12 milhões; a cota negociava a R$ 11,11, ante valor patrimonial de R$ 9,73, equivalente a uma relação preço/valor patrimonial de 1,14 vez.
A carteira reúne 49 ativos de 39 emissores, com classificação média ponderada AA-, duração média de 4,4 anos e carrego de CDI mais 2,15%. Do patrimônio, 86,7% estavam em debêntures incentivadas, 9,5% em debêntures comuns e 3,8% em caixa. Os principais setores eram energia elétrica, saneamento e telecomunicações. Os cinco maiores emissores representavam 27,8% do patrimônio, e cerca de 70% da carteira estava protegida por operações DAP contra oscilações dos cupons reais.
O carrego líquido foi de R$ 0,125 por cota, equivalente a 107,9% do CDI, mas a marcação a mercado negativa de R$ 0,14 por cota, parcialmente compensada por R$ 0,01 positivo em derivativos, levou o resultado total do mês a -R$ 0,011 por cota. Como a distribuição foi de R$ 0,11 por cota, houve redução de R$ 0,87 milhão nas reservas.
No mês, o SNID11 comprou CRCF12, VERO44 e SUN011, por cerca de R$ 1,2 milhão, e vendeu CJEN13 e JSLGA5, por aproximadamente R$ 1,1 milhão. Segundo a gestora, a venda de CJEN13 ocorreu após a redução do prêmio de crédito do papel, com realização de ganho. O relatório também destacou spreads de crédito estáveis, queda dos resgates líquidos em fundos de infraestrutura para R$ 1,6 bilhão, ante R$ 8,7 bilhões em junho, e notícias como o aumento de capital de até R$ 2,1 bilhões da Aegea e a extensão de uma debênture da Giga Mais.