O informe anual de RZTR11 registra aquisições financiadas com recursos do fundo, incluindo as fazendas Cedro Agropec e Rio Balsas, 50% da Fazenda Roma e investimentos nas SPEs Clarão da Lua e TRX Patrimonial. Para os próximos exercícios, a gestão pretende manter exposição às estratégias de sale and leaseback e land equity, buscando combinar rendimentos recorrentes de arrendamento com ganhos adicionais ligados ao desenvolvimento das terras.
No exercício, o fundo apurou resultado patrimonial de aproximadamente R$ 280 milhões, influenciado principalmente pela valorização dos imóveis, e distribuiu R$ 224 milhões com base no resultado caixa. Entre as maiores valorizações informadas estão as da Fazenda Roma (50%), de 98,58%, da Fazenda Bom Jardim, de 97,12%, e da Fazenda Vale do Rio Celeste, de 32,47%. Em sentido contrário, a SPE TRX Patrimonial teve desvalorização de 85,23%, e a Fazenda San Francisco – Gleba Recreio do Norte, de 9,07%.
A gestão descreve o cenário do agronegócio como cauteloso, diante da volatilidade dos preços dos grãos, dos custos de insumos e dos juros elevados, além da influência das condições climáticas. Para o período seguinte, prevê o recebimento regular dos arrendamentos e novas alocações conforme o programa de investimentos do fundo.
O documento também informa dois processos judiciais, cada um com valor de causa de R$ 8,4 milhões e chance de perda classificada como possível. Eles envolvem a resolução de contrato de arrendamento e opção de compra por inadimplência e um pedido relacionado à desocupação de imóvel rural; uma eventual perda pode trazer impactos patrimoniais e operacionais para RZTR11.