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RECR11 Cotação: R$ 68,66 Queda de 3,34%

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RECR11

FII

FII REC RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS

Cotação: R$ 68,66

Queda de 3,34%

R$ por cota · 03/11/2026 14:11 · B3

DY 12m
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0,77

Relatório gerencial · Setembro de 2025

Referência 30/09/2025 · entregue 07/10/2025 19:05

Em uma linha

Distribuição de R$ 0,7422 por cota em setembro, abaixo dos R$ 0,7815 de agosto, com impacto da inflação

Resumo

Análise do relatório gerencial de setembro de 2025 do FII REC Recebíveis Imobiliários (RECR11).

O fundo imobiliário REC Recebíveis Imobiliários (RECR11) anunciou uma distribuição de R$ 0,7422 por cota para setembro de 2025, um valor inferior aos R$ 0,7815 distribuídos em agosto. A gestora justifica essa redução pelo impacto direto da inflação recente sobre os resultados, uma vez que 86% da carteira de CRIs do fundo é indexada ao IPCA. O resultado do mês reflete majoritariamente os índices de inflação de julho (0,26%) e, principalmente, de agosto, que registrou uma deflação de -0,11%.

Durante o mês de setembro, a gestão realizou novas alocações que totalizaram aproximadamente R$ 32,4 milhões, um volume superior ao mês anterior. Foram adquiridas cotas de cinco CRIs, com destaque para o CRI Crediblue (R$ 14,2 milhões a IPCA + 9,00% a.a.) e o CRI Matarazzo Retail IV (R$ 8,2 milhões a CDI + 4,95% a.a.). As alienações foram pontuais e de baixo valor, somando cerca de R$ 771 mil, utilizadas para gestão de caixa. O número de CRIs na carteira aumentou de 96 para 97 operações.

A alocação geral da carteira permaneceu em 95% nos ativos-alvo, com uma distribuição de 92% em CRIs e 4% em FIIs. A exposição ao indexador IPCA continua sendo a predominante, compondo 86% da carteira de CRIs (somando IPCA e IPCA com proteção contra deflação). Houve um leve aumento na concentração por securitizadora, com a Opea passando a representar 48% do portfólio de CRIs, em comparação com 44% em agosto. A distribuição de risco entre Corporativo (69%) e Pulverizado (31%) apresentou uma pequena variação em favor do risco pulverizado, que era de 30% no mês anterior.

O patrimônio líquido do fundo apresentou uma pequena queda, fechando o mês em R$ 2,344 bilhões, contra R$ 2,349 bilhões em agosto, com a cota patrimonial ajustada para R$ 88,65. O principal motivo para essa redução foi o impacto negativo da marcação a mercado dos ativos, que registrou uma perda de R$ 5,1 milhões em setembro, em contraste com um ganho de R$ 16,9 milhões em agosto. A cota de mercado também recuou, encerrando o mês em R$ 80,73.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

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