No mês de junho de 2026, o RBVA11 apresentou vacância física de 6,9%, acima dos 6,5% registrados em maio, principalmente devido à desocupação do imóvel em Santo André que pertencia ao Santander. A quantidade de cotistas subiu para 92.794, contra 92.652 no mês anterior, enquanto o patrimônio líquido ficou em R$ 1,66 bilhão, próximo ao valor de R$ 1,66 bilhão reportado em maio com base em abril. O preço de fechamento da cota recuou de R$ 9,63 para R$ 9,11, elevando o dividend yield anualizado de 11,2% para 11,9%.
O relatório de junho destaca a assinatura de dois contratos de locação com a M3 Storage nos imóveis de Santos e Bom Retiro, que somam 5.026 m² e estavam vagos, elevando a exposição ao segmento self storage para 1,4% da carteira. Esses contratos têm prazo de cinco anos e remuneração variável atrelada à receita bruta. No relatório de maio, os mesmos imóveis constavam com propostas em negociação, e agora aparecem com contratos assinados. Além disso, houve a renovação do contrato do imóvel Cipó-Guaçu com a Caixa Econômica Federal até agosto de 2030, representando 0,15% da receita contratada.
A locatária Goodbe, no imóvel Monções, consta como inadimplente no relatório de junho, com ação de despejo ajuizada, correspondendo a 0,25% da receita. No mês anterior não havia menção a esse caso. A alavancagem subiu de 10,74% para 12,66% do patrimônio líquido, com a inclusão do novo CRI Estácio no saldo devedor, que adicionou R$ 38,64 milhões em junho após as aquisições realizadas em maio.
No resultado por cota, junho registrou R$ 0,070 contra R$ 0,110 em maio, mas a distribuição se manteve em R$ 0,09 por cota em ambos os meses. O guidance de R$ 0,09 para o segundo semestre de 2026 foi mantido, com o resultado recorrente estimado revisado para aproximadamente R$ 0,062 por cota, considerando desocupações recentes. O relatório projeta possível elevação para R$ 0,075 por cota caso as locações em andamento se concretizem.
A tabela de esforços de locação em junho mostra avanços em relação a maio, com Santos e Bom Retiro passando para status de contrato assinado, e Liberdade avançando para conclusão do processo de desocupação do antigo locatário. O volume médio diário negociado aumentou de R$ 1,97 milhão em maio para R$ 2,37 milhões em junho.