As demonstrações financeiras de RBRY11, referentes ao exercício encerrado em 30 de junho de 2026, receberam opinião sem ressalvas da KPMG. O fundo teve lucro líquido de R$ 207,1 milhões, ou R$ 16,21 por cota, ante R$ 158,4 milhões e R$ 12,40 por cota no exercício anterior. O patrimônio líquido chegou a R$ 1,274 bilhão, ante R$ 1,242 bilhão, e o valor patrimonial por cota passou de R$ 97,24 para R$ 99,73.
A carteira era composta principalmente por CRIs, que somavam R$ 1,001 bilhão, equivalente a 78,61% do patrimônio líquido, e cotas de FIIs, com R$ 232 milhões, ou 18,22%. Juntos, esses investimentos representavam 96,83% do patrimônio líquido; havia ainda R$ 53,7 milhões em operações compromissadas. Entre os FIIs, a maior posição era no Casas AAA SP, avaliada em R$ 166,6 milhões. A auditoria destacou a existência e a avaliação a valor justo dos CRIs e FIIs como principal tema examinado e considerou aceitáveis os critérios utilizados.
O resultado-base de caixa foi de R$ 177,8 milhões, dos quais R$ 175,3 milhões foram declarados como rendimentos, correspondentes a 98,57% dessa base. A média de rendimentos pagos por cota no exercício foi de R$ 13,88, ante R$ 12,02 no anterior; em junho, a cota fechou a R$ 89,50. A gestão passou para a Pátria em fevereiro de 2026, após a conclusão da aquisição da antiga gestora, e o ticker RBRY11 foi mantido. O documento também destaca riscos de crédito, mercado e liquidez, entre outros, e informa que não havia demandas judiciais com probabilidade de perda possível ou provável.