O informe anual, com competência em junho de 2026, descreve o PLAG11 como um fundo de gestão ativa com ativos ligados à logística do agronegócio, como silos e filiais. A operação de investimento destacada no período foi a aquisição de uma LCI por R$ 25 milhões, com recursos indicados como capital e objetivo de lucro na venda. Sobre o resultado, a administradora afirma que o exercício terminou em linha com a estratégia do fundo e remete ao informe mensal de junho; para o período seguinte, prevê seguir a política de investimentos e avaliar oportunidades de expansão conforme as condições de mercado.
Nas avaliações a valor justo, a LCI foi registrada em R$ 25,56 milhões, com variação positiva de 2,24%. Entre os imóveis, o Silo Campo Erê teve a maior alta, de 15,14%, enquanto Silo Nova Ponte apresentou a maior queda, de 10,12%; também recuaram os silos de Jataí e Uberlândia, em 6,89% e 6,25%, respectivamente. A administradora descreve o cenário imobiliário como desafiador por causa dos juros elevados e do crédito mais restrito, mas considera resilientes os ativos com geração recorrente de renda e prevê melhora gradual das condições de mercado.
O documento registra diversas compras e vendas de cotas do BTG Pactual Tesouro Selic ao longo do período, tendo o BTG Pactual Serviços Financeiros como contraparte e autorização de assembleia datada de 28 de fevereiro de 2025. A remuneração paga ao administrador foi de R$ 3,44 milhões, equivalente a 0,96% do patrimônio contábil. Na distribuição de cotas, 13.569 cotistas com participações de até 5% detinham 54,36% do total, enquanto outros dois cotistas concentravam 17,03% e 28,60%. O informe remete os fatores de risco a um anexo e não apresenta informações sobre processos judiciais relevantes.