As demonstrações financeiras do PLAG11 para o exercício encerrado em 30 de junho de 2026 receberam opinião sem ressalvas da KPMG. Os auditores destacaram como temas relevantes a avaliação dos imóveis a valor justo, baseada em premissas e estimativas, e os valores a receber pela venda de ativos.
O fundo teve lucro líquido de R$ 65,3 milhões, ante R$ 35,6 milhões no exercício anterior, enquanto o lucro por cota passou de R$ 6,81 para R$ 11,98. As receitas de aluguel recuaram de R$ 31,7 milhões para R$ 28,8 milhões. O resultado também foi influenciado pela venda de quatro imóveis no Paraná por R$ 136 milhões: R$ 31,2 milhões foram recebidos à vista e R$ 104,8 milhões ficaram parcelados em quatro pagamentos semestrais corrigidos pelo CDI, com a primeira parcela prevista para setembro de 2026.
Ao fim do período, o patrimônio líquido era de R$ 358,5 milhões, e o valor patrimonial por cota, de R$ 65,74, ante R$ 60,80 um ano antes. Após a venda, os imóveis somavam R$ 221,9 milhões, ou 61,9% do patrimônio líquido; o balanço também registrava R$ 44,7 milhões em aplicações financeiras e R$ 111,0 milhões a receber pela venda de imóveis. O PLAG11 declarou R$ 38,3 milhões em rendimentos com base no resultado de caixa, correspondente a 100% dessa base, e os rendimentos médios pagos por cota no exercício foram de R$ 6,91, ante R$ 5,39 no período anterior.