Relatório gerencial · Julho de 2026
Referência 31/07/2026 · entregue 20/08/2026 19:04
Em uma linha
Patrimônio líquido subiu para R$ 1.572,8 milhões ou R$ 92,45 por cota em julho, ante R$ 91,88 em junho
Resumo
No mês de julho de 2026 o PCIP11 registrou patrimônio líquido de R$ 1.572,8 milhões ou R$ 92,45 por cota, acima dos R$ 1.563,1 milhões ou R$ 91,88 por cota de junho. O valor de mercado recuou para R$ 1.292,5 milhões ou R$ 75,98 por cota, com P/VP de 0,82x contra 0,85x no mês anterior. A alocação em ativos ficou em 93,2% do PL, levemente inferior aos 94,0% de junho, sendo 85,9% em CRI e operações estruturadas. O volume médio diário negociado subiu para R$ 3,8 milhões de R$ 2,1 milhões. O número de cotistas foi de 113.546, próximo aos 113.643 de junho.
As movimentações do mês incluíram aumento de R$ 2,3 milhões na posição do CRI Visconde a IPCA +13,0%, venda de R$ 130 mil em cotas de CYCR11 e integralização de R$ 32,8 milhões no CRI Galleria - Sênior a IPCA +9,86%. A carteira passou a contar com 83 CRI e 5 operações estruturadas, contra 81 CRI e 5 no mês anterior. A rentabilidade média ponderada dos CRI e operações estruturadas manteve-se em 16,6% a.a. nominal ou IPCA +10,9%. A distribuição foi de R$ 1,00 por cota, com resultado distribuível de R$ 1,09 por cota, elevando a reserva acumulada para R$ 0,70 por cota.
Na visão estratégica, a gestora informou avanço nas medidas para consolidação dos fundos high grade IPCA+ sob gestão da Pátria, com provisões para perdas pontuais reconhecidas também em julho e assembleias gerais extraordinárias a serem convocadas nos próximos dias para deliberar sobre o tema. Nenhum novo CRI foi adicionado ao watchlist. A performance do mês foi de -1,9%, acumulando -3,3% em 2026, contra -5,1% no mês e -1,4% no acumulado de junho.
Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.