Relatório gerencial · Outubro de 2026
Referência 30/10/2026 · entregue 30/10/2026 18:39
Em uma linha
Resultado de R$ 6,78 milhões (R$ 0,06 por cota) em setembro, ante R$ 16,53 milhões em agosto
Resumo
O relatório de outubro de 2026 do MCRE11, referente à competência de setembro de 2026, mostra que o patrimônio líquido encerrou em R$ 1,107 bilhão (R$ 9,92 por cota), apresentando uma leve retração frente aos R$ 1,113 bilhão (R$ 9,98 por cota) registrados em agosto. No mercado secundário, o valor da cota recuou de R$ 8,21 para R$ 7,64, fazendo com que a relação preço sobre valor patrimonial caísse de 0,82 para 0,77 e o dividend yield anualizado a mercado subisse de 15,6% para 16,9% ao ano. A base de cotistas registrou queda de 93.710 para 92.560 investidores, enquanto a liquidez média diária avançou de R$ 2,9 milhões para R$ 3,5 milhões.
Quanto aos resultados, o MCRE11 gerou R$ 6,78 milhões (R$ 0,06 por cota) em setembro, recuando em relação aos R$ 16,53 milhões (R$ 0,15 por cota) de agosto, mês que havia sido impulsionado por um ganho de capital de R$ 8,87 milhões proveniente de inflação acruada em CRIs. A distribuição de rendimentos permaneceu estável em R$ 0,10 por cota (total de R$ 11,16 milhões), em linha com a projeção da gestão. Para complementar a distribuição do mês, o fundo utilizou R$ 0,04 por cota de suas reservas contábeis diretas, reduzindo-as para R$ 0,02 por cota. Por outro lado, os veículos intermediários investidos acumularam dividendos equivalentes a R$ 0,06 por cota (R$ 7,2 milhões), resultando em uma reserva total disponível consolidada de R$ 0,08 por cota, ante R$ 0,12 por cota no mês anterior.
Na composição do portfólio, o destaque operacional foi a nova integralização de R$ 30,1 milhões no CRI MSB Axis, à taxa de IPCA mais 11,00% ao ano, sucedendo o aporte de R$ 29,0 milhões feito em agosto e elevando a exposição desse ativo para 8,4% do patrimônio líquido. A classe de crédito expandiu sua participação global para 52% da carteira (contra 48% em agosto), enquanto a fatia de caixa diminuiu de 3% (R$ 34,7 milhões) para 1% (R$ 16,1 milhões). Os FIIs estruturados passaram a representar 25% (frente a 26%), com a posição no FII TRXF11 reduzida de R$ 151,8 milhões para R$ 136,9 milhões. Os FIIs listados responderam por 5% e o imóvel físico manteve-se em 17%. A taxa média de aquisição do book de CRIs e estruturados indexada à inflação subiu ligeiramente de IPCA mais 10,0% para IPCA mais 10,2% ao ano.
Em relação aos ativos imobiliários, o Centro de Distribuição Santa Cruz manteve a vacância em 0% com contrato vigente até setembro de 2028, tendo como alteração cadastral o apontamento do IPCA como índice de reajuste contratual, substituindo a indicação anterior de IGP-M. A gestão reiterou o guidance de distribuição de R$ 0,10 por cota até dezembro de 2026, com foco na estabilização dos proventos, além de manter a perspectiva de destravar aproximadamente R$ 248 milhões (cerca de R$ 2,22 por cota) em ganho de capital ao longo dos próximos cinco anos com a liquidação de ativos estruturados e do imóvel.
Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.