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JURO11 Cotação: R$ 90,05 Queda de 2,69%

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JURO11

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SPARTA INFRA FIC FI INFRA RENDA FIXA CP

Cotação: R$ 90,05

Queda de 2,69%

R$ por cota · 03/11/2026 14:12 · B3

DY 12m
10,83%
P/VP
0,89

Relatório gerencial · Abril/2026

Referência 07/05/2026 · entregue 07/05/2026 13:52

Em uma linha

Distribuição de R$ 0,75 por cota, paga em 15 de maio, abaixo dos R$ 1,00 anteriores

Resumo

O relatório mensal de gestão do JURO11 referente a abril de 2026 mostra um dividend yield de 12,1% em 12 meses, com cota patrimonial em R$ 99,91 e patrimônio líquido de R$ 2,1 bilhões, atendendo 93.502 cotistas. A distribuição de rendimentos foi de R$ 0,75 por cota, paga em 15 de maio, menor que os R$ 1,00 anteriores devido à volatilidade no mercado de debêntures incentivadas e esgotamento da reserva acumulada. A gestora espera retomar R$ 1,00 por cota nos próximos meses se a cota patrimonial se mantiver acima de R$ 100 até o fim do primeiro semestre. O carregamento da carteira é de IPCA + 9,4% a.a., com spread de crédito de 1,3% a.a. e duration de 3 anos.

No mês, o fundo rendeu -0,54%, impactado negativamente pelo componente de crédito, enquanto o IMA-B 5 avançou 1,32%. Nos últimos 12 meses, o retorno foi de 10,05% contra 11,98% do benchmark, com atribuição destacando carrego de crédito positivo em +0,6%, mas marcação de crédito em -0,6% e alocação dinâmica em -0,8%. A gestora iniciou exposição em CPFL Energia e manteve gestão ativa, com caixa em 8%. O mercado de debêntures viu spreads abrirem 0,3% a.a. e resgates de R$ 9 bilhões na indústria, criando oportunidades para fundos listados como o JURO11. No saneamento, ativos da Aegea foram reprecificados por atraso em balanços, mas a exposição do fundo ao grupo é baixa, em 1,6%, concentrada em subsidiárias.

A carteira é composta por debêntures incentivadas diversificadas em setores como geração de energia (27%), saneamento (11%), rodovias (10%) e telecom (9%), com 91% em debêntures, 8% em caixa e 1% em LF. Predominam ratings AAA e AA, com as maiores posições em emissores como UTE GNA I, EPR Triângulo Mineiro, Intervias e Serena. A estratégia mantém redução temporária de hedge, com duration de risco de mercado em 3 anos e impacto acumulado de -0,3% até abril. Há uma live de atualização marcada para 7 de maio de 2026.

Resumo feito por IA a partir do documento original; pode conter erros, verifique as informações.

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