As demonstrações financeiras de HSML11 para o exercício encerrado em 30 de junho de 2026 receberam opinião sem ressalvas da EY. O auditor destacou a avaliação dos imóveis, registrados a valor justo em R$ 2,34 bilhões, e as obrigações com CRIs, de R$ 573,9 milhões, como principais temas da auditoria; considerou adequados os critérios e as divulgações apresentados.
A receita de aluguéis aumentou de R$ 219,0 milhões para R$ 234,5 milhões, mas o lucro líquido recuou de R$ 94,8 milhões para R$ 76,2 milhões, e o lucro por cota passou de R$ 4,55 para R$ 3,57. Entre os itens do resultado estão uma perda de R$ 76,4 milhões na reavaliação dos imóveis e despesas de R$ 88,6 milhões relacionadas aos CRIs. O patrimônio líquido terminou o período em R$ 2,13 bilhões, ante R$ 2,18 bilhões um ano antes; o valor patrimonial por cota era R$ 100,05 e a cotação de fechamento, R$ 85,70.
Durante o exercício, HSML11 ampliou sua participação no SuperShopping Osasco para 66,36% e passou a deter diretamente 24% do Shopping Pátio Cianê. Também concluiu a venda de uma participação de 49% no Shopping Pátio Maceió; em 30 de junho, ainda havia R$ 105,8 milhões a receber dessa operação, e a parcela final, de R$ 105,5 milhões, foi recebida em 1º de julho de 2026. As obras em andamento somavam R$ 68,6 milhões no encerramento do período, contra R$ 5,0 milhões em junho de 2025.
Pelo regime de caixa, o resultado considerado para distribuição foi de R$ 180,6 milhões. Foram declarados R$ 179,3 milhões em rendimentos, equivalentes a 99,27% dessa base, e havia R$ 16,1 milhões de rendimentos a distribuir em 30 de junho. A quinta emissão acrescentou R$ 54,7 milhões ao capital, e o fundo encerrou o exercício com cerca de 21,33 milhões de cotas.