HABT11

HABITAT RECEBÍVEIS PULVERIZADOS FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

30/09/2026

Entrega

27/10/2026 17:01

Resumo

No relatório gerencial de setembro de 2026, o HABT11 reduziu o rendimento distribuído aos cotistas para R$ 0,92 por cota, após manter o patamar de R$ 0,95 nos meses anteriores. Essa diminuição no provento ocorreu mesmo diante de uma alta no resultado líquido gerado, que subiu de R$ 0,93 por cota em agosto para R$ 0,98 por cota em setembro, gerando retenção de caixa. A gestão justificou que a distribuição acompanha o efeito defasado de dois meses do arrefecimento inflacionário sobre a remuneração dos papéis e reiterou que o patamar atual já contempla os ativos com parcelas temporariamente inadimplidas ou em processo de recuperação de crédito.

Quanto às movimentações da carteira, o fundo utilizou parte relevante de sua liquidez para alocações primárias na estratégia principal. Foram investidos R$ 30,0 milhões no CRI Performance, indexado ao IPCA mais 12,00% ao ano, e R$ 13,0 milhões no CRI Embraed III, remunerado a CDI mais 3,50% ao ano. Além disso, houve aumento na posição do fundo XPHR SUB, que passou de R$ 41,06 milhões para R$ 52,87 milhões. Com essas operações, a fatia alocada em recebíveis imobiliários subiu de 77,09% para 79,63% do patrimônio líquido e o investimento em cotas de outros fundos avançou de 11,65% para 13,00%, reduzindo a reserva de liquidez e caixa de 10,76% para 6,83%, montante correspondente a cerca de R$ 52,07 milhões.

A entrada desses novos ativos refletiu diretamente na composição setorial do HABT11, elevando a participação do segmento de incorporação vertical de 21% para 27%, enquanto a exposição em multipropriedade caiu de 44% para 39%. Entre as securitizadoras parceiras, a Opea assumiu a maior representatividade com 43% do portfólio, enquanto a Riza recuou para 39%. No mercado secundário, a cota negociada em bolsa encerrou setembro cotada a R$ 65,92, ante R$ 67,32 no mês anterior, acompanhada de uma retração de 21% no volume financeiro médio diário de negociação, enquanto o valor da cota patrimonial registrou valorização, saindo de R$ 92,86 para R$ 93,79.