FYTO11

FUNDO DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO - FII FYTO RECEBÍVEIS IMOBILIÁRIOS RESPONSABILIDADE LIMITADA

Relatório Gerencial

Ativo

Referência

31/08/2026

Entrega

08/09/2026 14:01

Resumo

O FYTO11 encerrou agosto de 2026 com resultado de R$ 0,089 por cota, abaixo dos R$ 0,113 por cota de julho, e com resultado disponível incluindo reservas de R$ 0,154 por cota. A gestão manteve a distribuição em R$ 0,10 por cota e para isso utilizou parte das reservas, cujo saldo passou de R$ 0,065 para R$ 0,054 por cota. A receita total caiu para R$ 1,53 milhão em agosto ante R$ 1,76 milhão em julho e R$ 2,0 milhões em junho, enquanto as despesas ficaram estáveis em torno de R$ 0,17 milhão. O dividendo do mês equivale a 1,25 por cento sobre a cota de mercado, ou 135 por cento do CDI com gross up, ante 1,22 por cento e 118 por cento do CDI em julho, e no acumulado de 12 meses o yield de mercado foi de 15,54 por cento, equivalente a 125 por cento do CDI.

A principal movimentação do mês foi a integralização da primeira tranche de R$ 1,0 milhão do CRI ItHouse, operação residencial vertical de médio padrão em Vila Velha no Espírito Santo. O CRI tem volume total de R$ 36 milhões para financiar cerca de 70 por cento do custo de obras com conclusão prevista para outubro de 2027, e a alocação alvo do FYTO11 é de R$ 6 milhões em 6 tranches de R$ 1,0 milhão. Segundo o relatório, a obra está com 30 por cento concluído e 54 por cento das 108 unidades vendidas, com VGV total de R$ 98,6 milhões, carteira em VPL de R$ 29 milhões mais R$ 34 milhões em estoque e LTV de 57 por cento. O pipeline indicativo foi atualizado para dois CRIs previstos, um residencial de IPCA mais 13 por cento de R$ 10 milhões para outubro de 2026 e um de loteamento de IPCA mais 12 por cento de R$ 4 milhões para novembro de 2026, ante o desenho de julho que previa um CRI de CDI mais 4,0 por cento para agosto e um de IPCA mais 12 por cento para outubro.

A carteira do FYTO11 passou de 38 para 39 operações, com 90,68 por cento do patrimônio líquido alocado em CRIs em agosto ante 92,62 por cento em julho, e adimplência de 99,82 por cento ante 99,72 por cento. A alocação segue majoritariamente em IPCA, com 89,86 por cento do PL ante 90,50 por cento, taxa média de aquisição de IPCA mais 9,78 por cento ante IPCA mais 9,82 por cento e taxa de marcação a mercado de IPCA mais 12,40 por cento ante IPCA mais 12,70 por cento. Nas medições de obras, 35 operações concluídas ou em fase final passaram a representar 94,51 por cento do PL ante 91,45 por cento, com média de conclusão de 95,55 por cento ante 95,31 por cento, dividida entre obras concluídas com 66,68 por cento ante 70,94 por cento, fase final com 27,84 por cento ante 20,51 por cento e a performar com 4,26 por cento ante 8,55 por cento. No mês foram registradas assembleias dos CRIs Cânions, Marechal e Basesul, ante cinco assembleias no mês anterior.

A cota patrimonial fechou agosto em R$ 10,00, alta de 0,10 por cento sobre os R$ 9,99 de julho, variação atribuída à marcação a mercado. No mercado secundário a cota fechou em R$ 7,98 ante R$ 8,20 em julho, ampliando o deságio de 17,90 por cento para 20,22 por cento, o que levou o carrego implícito indicado na tabela de sensibilidade de IPCA mais 22,14 por cento para IPCA mais 23,41 por cento ao ano. A liquidez média diária subiu de cerca de R$ 103,1 mil para R$ 118,0 mil, com volume mensal de R$ 2,5 milhões ante R$ 2,4 milhões, e a base ficou estável em 10.077 cotistas com patrimônio líquido de R$ 152,85 milhões.