O informe anual de FTCA11 registra a aquisição de CRA IPCA, no valor de R$ 3,02 milhões, de CRA identificado como “CDIE”, por R$ 26,38 milhões, e de CRI, por R$ 2,28 milhões, totalizando cerca de R$ 31,67 milhões. Os recursos vieram da conta do fundo, e o objetivo informado foi obter lucro com a venda ou liquidação dos ativos. Para os próximos exercícios, a gestão declara buscar retornos compatíveis com os riscos da carteira.
Segundo a gestora, o dividend yield sobre a cota de mercado foi de 17,02% nos 12 meses com data-base em agosto de 2026, equivalente a 137% do CDI com gross-up. O agronegócio teve expansão da produção e bom desempenho exportador, mas enfrentou margens apertadas e condições de financiamento restritivas. Para o período seguinte, a gestora prevê continuidade do crescimento, com rentabilidade desigual entre as cadeias e sujeita a fatores como preços de commodities, juros, câmbio, custos de insumos e clima.
Entre os riscos destacados estão crédito, mercado, liquidez, concentração, cobrança e precificação dos ativos, além de riscos operacionais, tributários e regulatórios; o fundo não oferece garantia de rentabilidade. O documento não relaciona processos judiciais relevantes nem operações com potencial conflito de interesses. A taxa de administração paga no ano foi de R$ 552,4 mil, equivalente a 1,18% do patrimônio contábil e de mercado. O regulamento prevê distribuições mensais por amortização de cotas, quando solicitadas pelo gestor e conforme os resultados acumulados. O informe indica competência junho de 2026, embora o indicador de desempenho use agosto de 2026 como data-base.