O informe anual de FIIP11, referente a junho de 2026, descreve um fundo de tijolo com sete imóveis, voltados principalmente à armazenagem. A carteira estava 100% ocupada. Nos 12 meses encerrados em junho de 2026, o fundo distribuiu R$ 16,89 por cota, equivalente a um dividend yield de 8,46% calculado sobre o valor patrimonial da cota no fechamento de junho de 2025.
O fundo não prevê novos investimentos. Os contratos de locação são típicos, e o administrador espera continuidade da geração de renda, mas destaca vencimentos a acompanhar: cerca de 27% da receita imobiliária está vinculada a Barry Callebaut e Astuti, com vencimentos entre novembro de 2026 e janeiro de 2027, e aproximadamente 12% à C&A, com vencimento em agosto de 2027. A gestão informou que acompanhará as respectivas renovações.
Os imóveis foram avaliados por empresa independente, com laudos classificados no Grau II da ABNT; as variações de valor foram mistas, indo de alta de 5,76% no imóvel locado à Ambev, em São José dos Pinhais, a queda de 6,10% no imóvel da Danfoss, em Osasco. O informe registra 5.878 cotistas, sem participação individual superior a 5%, e informa que não foram apresentados processos judiciais relevantes.