Relatório gerencial · Setembro de 2026
Referência 30/09/2026 · entregue 30/10/2026 14:45
Em uma linha
Rendimento por cota sobe para R$ 3,30 em setembro, ante R$ 2,75 no mês anterior
Resumo
O relatório de setembro de 2026 do FIIB11 destaca a elevação do rendimento por cota para R$ 3,30, ante R$ 2,75 distribuídos no mês anterior. No fechamento do período, a cota de mercado foi negociada a R$ 432,01, registrando valorização de 2,86% frente aos R$ 420,00 de agosto, enquanto a cota patrimonial situou-se em R$ 594,44, mantendo um desconto de mercado de 27,3% sobre o patrimônio líquido.
O evento corporativo de maior relevância foi a conclusão das tratativas comerciais com a locatária inadimplente, restando apenas a assinatura do instrumento de confissão de dívida para plena eficácia jurídica. O novo acordo estabelece a postergação integral dos aluguéis de junho e julho de 2026 e de 50% das competências entre agosto e dezembro de 2026, totalizando R$ 3.006.572,96 em valores postergados. Esse saldo será consolidado em 25 de fevereiro de 2027 com juros de 1,6394% ao mês, atingindo R$ 3.233.979,71, e pago em 24 parcelas mensais de R$ 164.081,02. No acordo de parcelamento anterior, a terceira parcela de R$ 187.161,14 foi devidamente quitada em 25 de setembro.
No aspecto operacional, a vacância física encerrou setembro estável em 3,62%, com 3.769,75 m² disponíveis. Contudo, a administração projeta a elevação da vacância para 7,28%, totalizando 7.587,81 m² desocupados ao final de outubro de 2026. A entrada de 3.818,06 m² em novas áreas vagas reflete rescisões no Bloco 2 Módulo D e no Bloco C Módulo 1, além da desocupação por término de contrato provisório no Bloco J Módulo 4. A gestora estima que essas saídas provocarão uma redução combinada de R$ 0,10 por cota a partir de dezembro de 2026.
No fluxo financeiro, a receita mensal de aluguel subiu de R$ 2,31 milhões em agosto para R$ 3,04 milhões em setembro, permitindo que a posição de caixa aumentasse de R$ 3,01 milhões para R$ 4,13 milhões. Os investimentos em obras previstos para o ano, que totalizaram R$ 815.710,09 em adequações elétricas e civis, foram integralmente liquidados. A gestão informou como prioridades imediatas a formalização jurídica dos acordos, a prospecção ativa de locatários para absorver a vacância projetada e a manutenção do caixa acima de R$ 4 milhões para suporte à previsibilidade das distribuições.
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