O relatório mais recente do FCFL11 apresenta estabilidade operacional em sua carteira, mantendo a taxa de ocupação em 100% no imóvel localizado na Vila Olímpia, em São Paulo, ocupado pelo Insper e com estacionamento gerido pela Estapar. No aspecto patrimonial, o patrimônio líquido do fundo registrou leve alta, passando de R$ 434,61 milhões para R$ 436,54 milhões, com o valor patrimonial por cota subindo de R$ 125,10 para R$ 125,66. A base de cotistas teve uma pequena redução no período, passando de 2.813 para 2.779 investidores.
Em relação aos proventos, a distribuição mensal foi fixada em R$ 0,92 por cota para a competência de agosto de 2026, paga em setembro, representando um leve recuo frente aos R$ 0,93 por cota distribuídos nos meses anteriores. Na demonstração de resultados de agosto, o resultado líquido foi de R$ 3,16 milhões, próximo aos R$ 3,17 milhões apurados em julho. As receitas de propriedades para investimento permaneceram estáveis em R$ 3,25 milhões, as despesas operacionais somaram R$ 127,8 mil e o lucro ajustado por cota fechou em R$ 0,91.
Como destaque nas relações contratuais, a administração informou que já iniciou as discussões com o locatário para a nova revisional do contrato de locação típico que abrange do 9º ao 12º andar, correspondente a 12% da receita do fundo, cuja última revisão ocorreu em 2022. A estrutura do portfólio segue com 86% da receita vinculada a contratos atípicos do tipo built to suit com o Insper, sem previsão de revisional e vencimento em 2037, majoritariamente corrigidos pelo IGP-M, e 1% referente à locação do estacionamento com vencimento em 2031.
Na exploração do estacionamento, o fluxo de veículos registrou 5.037 acessos em setembro de 2026, contra 5.840 veículos computados no mês anterior. No mercado secundário da B3, a cotação de fechamento do FCFL11 passou de R$ 122,00 para R$ 120,80, com volume financeiro negociado de R$ 2,76 milhões no mês de referência. Não houve registro de novas aquisições, alienações ou alterações na estrutura de alavancagem do fundo.