No relatório gerencial de agosto de 2026, o DEVA11 manteve a distribuição de rendimentos em R$ 0,30 por cota, totalizando R$ 4,21 milhões distribuídos, exatamente o mesmo montante do mês anterior. As receitas totais do fundo recuaram de R$ 5,84 milhões em julho para R$ 4,48 milhões em agosto, movimento decorrente da normalização das receitas recebidas de outros fundos imobiliários, que haviam somado atipicamente R$ 2,21 milhões em julho e retornaram ao patamar usual de R$ 478 mil. Em contrapartida, as receitas com juros de certificados de recebíveis imobiliários apresentaram recuperação, passando de R$ 3,25 milhões para R$ 3,65 milhões. Em termos de precificação, a cota de mercado recuou de R$ 18,79 para R$ 17,60, elevando o dividend yield mensal a mercado de 1,60% para 1,70%, enquanto a cota patrimonial oscilou levemente de R$ 96,47 para R$ 96,44.
Na qualidade da carteira de crédito, ocorreram migrações expressivas entre as classes de risco. O montante de ativos classificados como em dia passou de 23,8% para 22,4% do portfólio, enquanto as operações em carência de juros subiram de 66,7% para 70,5% e a inadimplência recuou de 9,6% para 7,1%. As parcelas do CRI Pride, anteriormente inadimplentes, passaram a figurar na condição de carência de juros, e a cota sênior do CRI Aquan Prime retornou ao status em dia. Em sentido oposto, os papéis do CRI Chemin e as cotas do CRI Resort do Lago IV deixaram a categoria adimplente e passaram para carência de juros. Além disso, o CRI Golden Laghetto e o CRI Haus Garten migraram para a classificação de inadimplência.
Como fato de destaque do portfólio, a gestora comunicou a obtenção da Certidão Negativa de Débitos da incorporadora Chemin em Franca, regularização que viabiliza financiamentos e novas vendas para a operação. Na distribuição dos ativos do DEVA11, os certificados de recebíveis imobiliários fecharam em 88,8% do patrimônio líquido, a parcela em caixa subiu de 6,8% para 7,5% e a carteira de cotas de outros fundos incorporou uma nova posição no fundo imobiliário ALZC11, representando 0,4% do patrimônio. No mercado secundário, a base de investidores manteve a tendência contínua de declínio, recuando de 72.436 para 71.564 cotistas no encerramento do mês, com o volume negociado passando de R$ 9,97 milhões em julho para R$ 9,38 milhões em agosto.