As demonstrações financeiras do CYCR11 referem-se ao exercício encerrado em 30 de junho de 2026 e receberam opinião sem ressalvas da Deloitte. O principal foco da auditoria foi a existência e a mensuração dos CRIs, que somavam R$ 293,1 milhões, equivalentes a 85,08% do patrimônio líquido. Após conferir os registros da custodiante e revisar os critérios de avaliação, a auditoria considerou os valores aceitáveis no conjunto das demonstrações.
O patrimônio líquido era de R$ 344,6 milhões, próximo dos R$ 345,0 milhões registrados no ano anterior. Além dos CRIs, a carteira incluía R$ 14,5 milhões em participações controladas, R$ 9,5 milhões em cotas de outros FIIs e R$ 10,6 milhões em fundos de renda fixa. O resultado líquido do exercício foi de R$ 46,1 milhões, acima dos R$ 38,3 milhões de 2025.
A movimentação do patrimônio líquido registrou R$ 46,5 milhões em rendimentos distribuídos, valor equivalente a 95% do lucro ajustado pelo regime de caixa; R$ 3,9 milhões ficaram a pagar no encerramento do exercício e foram liquidados em julho de 2026. A rentabilidade patrimonial informada, incluindo os rendimentos, foi de -0,12%, ante 0,65% no exercício anterior, e a cota patrimonial terminou em R$ 9,43, frente a R$ 9,44. O documento também destaca que o fundo não permite resgates ordinários e que há riscos de crédito e de liquidez, sem garantia de capital ou de retorno.