As demonstrações financeiras de CPTS11 em 30 de junho de 2026 receberam opinião sem ressalvas da PwC, que considerou adequadas as informações apresentadas. Os principais pontos de atenção da auditoria foram a avaliação das cotas de outros FIIs e dos CRIs; segundo os auditores, os critérios e premissas utilizados pela administração estavam consistentes com as informações examinadas.
O patrimônio líquido alcançou R$ 3,11 bilhões, ante R$ 2,90 bilhões um ano antes. A carteira tinha R$ 2,94 bilhões em cotas de FIIs e R$ 875 milhões em CRIs; no comparativo anual, houve aumento da posição em FIIs e redução em CRIs. As obrigações por operações compromissadas subiram de R$ 564 milhões para R$ 679 milhões, enquanto o passivo total passou de 23,15% para 31,35% do patrimônio líquido.
No exercício, o lucro líquido foi de R$ 267,5 milhões, abaixo dos R$ 322,8 milhões do período anterior; o lucro por cota caiu de R$ 0,98 para R$ 0,74, e o valor patrimonial por cota passou de R$ 8,83 para R$ 8,56. Foram declarados R$ 368,5 milhões em rendimentos, equivalentes a 99,03% do resultado calculado pelo regime de caixa, acima do mínimo previsto de 95%; a média paga foi de R$ 1,01 por cota, ante R$ 0,90.
O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 8,33%, comparado a 11,21% no exercício anterior. A gestora também padronizou o calendário de rendimentos a partir da competência de maio de 2026: divulgação e data-base no 10º dia útil do mês seguinte, com negociação ex-rendimento a partir do 11º dia útil, sem alteração da periodicidade mensal ou da política de distribuição. A auditoria não apontou ressalvas, não havia demandas judiciais com perda possível ou provável e não foram identificados eventos subsequentes que exigissem divulgação.