O CDII11 investe em debêntures incentivadas de infraestrutura, por meio de fundos master, e tem meta de retorno de CDI + 2% ao ano. Em 30 de setembro, seu patrimônio líquido era de R$ 2,7 bilhões. A carteira consolidada estava alocada em 93% em debêntures e 7% em caixa, com maior exposição a geração e distribuição de energia, ambas com 21%. O spread de crédito era de 1,1% ao ano e a duration, de 4,7 anos. Para pessoas físicas, o fundo informa isenção de Imposto de Renda.
A gestora relatou que os spreads das debêntures incentivadas abriram cerca de 0,40 ponto percentual em setembro, pressionando os preços dos ativos. Com a Selic reduzida para 13,75% ao ano, o carrego do CDI também diminuiu. No mês, o CDII11 teve rendimento de -0,58%, principalmente pelo efeito da marcação a mercado dos créditos. O retorno acumulado foi de 6,05% em 2026, equivalente a 58% do CDI, e de 8,76% em 12 meses, ou 61% do CDI. A gestão afirma que avalia seletivamente oportunidades criadas pela abertura dos spreads.
A distribuição anunciada para setembro foi de R$ 1,00 por cota, paga em 15 de outubro, equivalente a 91% do CDI; o dividend yield dos últimos 12 meses era de 15,0% ao ano. A gestora prevê distribuições mensais de pelo menos R$ 1,00 por cota nos próximos meses de 2026, buscando conciliar previsibilidade e preservação do valor patrimonial. No fechamento do mês, a cota patrimonial era de R$ 99,39 e a cota negociada na B3, de R$ 93,70.