O relatório de julho informa que o CDII11 investe em debêntures incentivadas e tem meta de retorno de CDI + 2% ao ano. No fechamento do mês, tinha patrimônio líquido de R$ 2,8 bilhões e 76.981 cotistas. A cota patrimonial era de R$ 101,18, ante preço de mercado de R$ 98,61, e o dividend yield dos últimos 12 meses ficou em 16,6%.
A gestora relatou leve abertura dos spreads de crédito e redução dos resgates líquidos da indústria para cerca de R$ 2 bilhões, mas sem retomada consistente das captações, o que pode manter a volatilidade. Como o fundo mantém proteção integral contra oscilações de mercado, a gestão atribui a geração de resultados principalmente à seleção de crédito. A carteira tinha 87% em debêntures e 13% em caixa, spread médio de 0,7% ao ano e duration de crédito de 4,4 anos; geração e distribuição de energia eram os setores com maiores parcelas.
Em julho, a rentabilidade foi de 1,09%, equivalente a 89% do CDI. No acumulado de 2026, chegou a 5,83%, ou 72% do CDI, e, em 12 meses, a 12,9%, ou 88% do CDI. No mês, a componente de crédito teve impacto negativo, enquanto o carrego de crédito contribuiu positivamente no período de 12 meses.
A distribuição referente a julho foi de R$ 1,00 por cota, paga em 14 de agosto, equivalente a 81% do CDI. A gestora manteve a expectativa de distribuir pelo menos R$ 1,00 por cota ao mês, priorizando previsibilidade e preservação patrimonial diante da volatilidade e dos spreads mais comprimidos; informou que poderá reavaliar essa perspectiva se a reserva de resultados voltar a um nível mais confortável.