O relatório de agosto informa que o CDII11 investe em debêntures incentivadas de infraestrutura por meio de fundos master, tem meta de retorno de CDI + 2% ao ano e isenção de imposto de renda para pessoas físicas. No fechamento do mês, o patrimônio líquido era de R$ 2,8 bilhões, com 77.478 cotistas. A cota patrimonial estava em R$ 100,98 e a cota negociada na B3, em R$ 96, cerca de 5% abaixo do valor patrimonial. A carteira consolidada tinha 89% em debêntures e 11% em caixa, com maior exposição aos setores de geração e distribuição de energia.
A rentabilidade patrimonial ajustada pelas distribuições foi de 0,79% em agosto, equivalente a 72% do CDI, que avançou 1,09%. A marcação dos créditos teve impacto negativo no mês. Em 12 meses, o retorno foi de 11,81%, ou 81% do CDI. A gestora relatou leve abertura dos spreads das debêntures e redução dos resgates dos fundos da classe para perto de zero, mas ainda sem retomada consistente das captações; por isso, avalia que podem ocorrer novos períodos de volatilidade.
O CDII11 anunciou distribuição de R$ 1,00 por cota, com pagamento em 15 de setembro, e a gestora mantém a expectativa de distribuir ao menos R$ 1,00 por mês em 2026. O valor de agosto correspondeu a 90% do CDI, e o dividend yield de 12 meses era de 16%. O relatório também informa a contratação da XP Investimentos como segundo formador de mercado, com início previsto para 3 de setembro, para ampliar a profundidade das negociações e contribuir para a liquidez das cotas.