O documento apresenta as demonstrações financeiras do BTLG11 para o exercício encerrado em 30 de junho de 2026. A PwC emitiu opinião sem ressalvas, concluindo que as demonstrações representam adequadamente a situação financeira do fundo. Os principais focos da auditoria foram a avaliação a valor justo dos imóveis e a existência e mensuração das operações compromissadas.
A receita de aluguéis cresceu cerca de 26%, para R$ 422,3 milhões, e o lucro líquido avançou de R$ 386,3 milhões para R$ 703,7 milhões. O resultado incluiu R$ 196,0 milhões em valorização contábil dos imóveis; o lucro por cota foi de R$ 10,14 e o valor patrimonial por cota, de R$ 106,23. Foram declarados R$ 494,8 milhões em rendimentos e pagos R$ 472,3 milhões no exercício. A média paga por cota caiu de R$ 9,41 para R$ 6,81, enquanto o número de cotas aumentou.
O patrimônio líquido chegou a R$ 7,37 bilhões, ante R$ 4,47 bilhões no ano anterior, e as propriedades para investimento somaram R$ 5,21 bilhões. A carteira foi ampliada com imóveis em Santo André, Osasco e Mauá, enquanto o total de passivos caiu de R$ 872,8 milhões para R$ 292,8 milhões, principalmente após pagamentos de obrigações por aquisições. Como pontos de atenção, os aluguéis a receber passaram de R$ 45,4 milhões para R$ 72,2 milhões e a provisão para créditos duvidosos aumentou de R$ 3,0 milhões para R$ 8,4 milhões; as avaliações também registraram vacância de 31,84% no imóvel GR Régis e de 44% em Santo André.