As demonstrações financeiras de BROF11 em 30 de junho de 2026 receberam opinião sem ressalvas da EY. O principal tema da auditoria foi a existência e a avaliação dos imóveis, que somavam R$ 1,188 bilhão, equivalente a 94,9% do patrimônio líquido. Após revisar documentos, laudos e premissas de avaliação, os auditores consideraram os critérios utilizados aceitáveis.
O patrimônio líquido era de R$ 1,252 bilhão, ante R$ 1,260 bilhão um ano antes. O principal imóvel é o Edifício Passeio Corporate, no Rio de Janeiro, avaliado em R$ 1,188 bilhão. O imóvel Águas Claras foi alienado em julho de 2025 por meio da cessão de recebíveis do contrato com a Vale, gerando R$ 44,4 milhões. BROF11 também mantinha R$ 238,2 milhões em cotas do BRPR E-Tower FII. As obrigações por captação de recursos caíram de R$ 225,2 milhões para R$ 186,9 milhões.
No exercício, a receita de aluguéis recuou de R$ 105,0 milhões para R$ 83,2 milhões, e o lucro líquido passou de R$ 78,9 milhões para R$ 66,3 milhões, ou R$ 5,71 por cota, ante R$ 6,79 no período anterior. Foram declarados R$ 73,7 milhões em rendimentos, correspondentes a 97,56% do resultado calculado pelo regime de caixa; os pagamentos realizados no exercício somaram R$ 74,3 milhões, média de R$ 6,40 por cota. A cota encerrou junho de 2026 a R$ 64,20, ante R$ 51,98 em junho de 2025.